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Conheça Bonnie Aarons, rosto do horror por trás de 'A Freira'

A atriz vem se tornando especialista em interpretar monstros e criaturas no cinema.

21 set 2023 - 05h00
(atualizado às 11h38)
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Bonnie em "Arraste-me Para o Inferno".
Bonnie em "Arraste-me Para o Inferno".
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Historicamente, os papéis de criaturas e monstros em filmes de terror e ficção científica eram dominados por homens. Javier Botet ('Rec') e Doug Jones ('Labirinto do Fauno') são apenas alguns exemplos. Mas Bonnie Aarons, no entanto, desafiou essa norma e estabeleceu-se firmemente nesse nicho após o sucesso de sua interpretação como a freira demoníaca Valak na franquia 'Invocação do Mal'.

Bonnie Aarons começou sua carreira no cinema na década de 90, aparecendo inicialmente em pequenos papéis em filmes e séries de TV. Como muitos atores, ela teve que se adaptar e aceitar os papéis que lhe foram oferecidos, esperando uma oportunidade de se destacar. No entanto, foi sua aparência única e sua habilidade de canalizar uma energia assustadora que eventualmente a catapultou para papéis mais destacados.

O grande destaque em sua carreira veio primeiro com 'Arraste-me Para o Inferno', onde ela entregou uma atuação potente, visceral e monstruosa em diversos sentidos. Com produtores de elenco sempre de olho, o alto sucesso foi com a franquia 'Invocação do Mal', onde ela interpretou a freira Valak com uma maestria e carisma tão grandes que aos poucos foi ganhando seus próprios filmes. A imagem da freira sombria com olhos penetrantes rapidamente se tornou icônica e foi ganhando espaço no cenário.

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E o que faz Bonnie ser tão frequentemente escolhida para interpretar essas criaturas? Uma das razões é sua aparência distinta. Ela tem características que são facilmente moldáveis para a criação de figuras assustadoras, e isso é potencializado pelo talento dela em usar seu corpo e expressões para intensificar a personagem – como é também com Doug Jones ou Javier Botet, devido à sua altura e fisicalidade.

O rosto por trás da Freira:

A habilidade de Bonnie em igualar ou até mesmo superar essas performances mostra que o gênero não precisa ser um fator determinante para representar o macabro. E você, o que acha? Deixe seus comentários em nossas redes sociais!

Fonte: Ygor Palopoli
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