Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Dolly Parton foi sepultada ao lado do marido em funeral privado

Antes de falecer aos 80 anos na semana passada, Parton pediu que o hino gospel tradicional "If We Never Meet Again" fosse tocado em seu funeral.

31 ago 2026 - 18h22
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
A lenda do country Dolly Parton foi sepultada aos 80 anos em uma cerimônia íntima em Nashville, ao lado de seu marido, Carl Dean. A cantora, que faleceu após enfrentar um câncer, planejou detalhes de sua despedida, marcada por homenagens no Grand Ole Opry e incentivo a doações para sua fundação infantil. Celebrada por sua música e generosidade, Dolly ainda deixou uma canção inédita guardada em uma cápsula do tempo, programada para ser revelada apenas em seu centenário, em 2046.
📊 Fofoca Awards: vote nos seus favoritos
Dolly Parton foi sepultada ao lado do marido em funeral privado
Dolly Parton foi sepultada ao lado do marido em funeral privado
Foto: The Music Journal

O mundo da música se despediu de uma das suas maiores lendas, mas a maneira como Dolly Parton orquestrou seu adeus final é tão singular e emocionante quanto sua própria trajetória.

Na última sexta-feira (28), em uma cerimônia íntima e carregada de simbolismo em Nashville, a rainha do country foi sepultada. Não foi um adeus qualquer, mas um capítulo final escrito com a mesma paixão e atenção aos detalhes que marcaram sua vida e carreira.

Aos 80 anos, a voz por trás de Jolene, que nos deixou no dia 25 de agosto após uma breve batalha contra o câncer, repousa agora ao lado de seu amado marido, Carl Dean, com quem compartilhou quase seis décadas de vida.

Dean, falecido em 2025 aos 82 anos, aguardava por ela neste mausoléu no Woodlawn Memorial Park and Mausoleum. Detalhes sobre a cerimônia, que permaneceu fora dos holofotes, vieram à tona através de Lainey Parton, sua sobrinha-neta, que em uma tocante publicação no Instagram, expressou a dificuldade de verbalizar a dor e a beleza do momento pós-sepultamento.

, apenas reforça a persona de Dolly: grandiosa em palco, mas profundamente ligada às suas raízes e família no fim.

A despedida de Dolly não seria completa sem a sua assinatura única. Semanas antes de partir, ela já havia deixado instruções claras para seu funeral. Nas palavras do próprio Seaver,

"Dolly era uma fazendeira, assim como o pai dela. Ele cultivava a terra. Ela cultivava canções e felicidade. Dolly me ligou e disse que queria descansar em uma linda cama de algodão macio porque, depois de uma vida usando strass pesados, ela finalmente merece conforto e um pouco de descanso."

A Canção da Despedida e o Segredo do Tempo

A escolha musical para seu último adeus também desafiou as expectativas. Afinal, a canção que ela mesma escreveu e eternizou, e que ganhou um status lendário na voz de Whitney Houston, é um hino atemporal. Mas Dolly, com sua sabedoria característica, já previa:

"Tenho certeza de que vão tocar 'I Will Always Love You' quando eu morrer, assim como fizeram com Whitney Houston."

Contudo, sua escolha pessoal recaiu sobre If We Never Meet Again, um antigo e comovente hino gospel country, favorito de seu pai e presente em seu próprio funeral.

"É uma antiga canção gospel country que fala sobre se nunca mais nos encontrarmos deste lado do céu, nos encontraremos naquela bela praia", explicou Parton à EW, citando a letra: "Onde as rosas encantadoras florescem para sempre e onde as separações não existem mais."

O mausoléu que agora abriga Dolly e Carl, conforme a People, já ostentava seu nome e uma imagem gravada de sua casa de infância no Condado de Sevier, no Tennessee (EUA), com a data de casamento do casal e alianças entrelaçadas, antecipando este reencontro.

Mas o legado de Dolly vai além do que já conhecemos. Em um gesto que mistura arte, mistério e uma visão de futuro, ela deixou uma canção inédita, My Place in History, selada em uma caixa de castanhas no Dollywood DreamMore Resort, em Pigeon Forge, NO Tennessee (EUA).

Escrita em 2015, ano de inauguração do resort, a melodia será revelada apenas em seu centésimo aniversário, em 19 de janeiro de 2046. Uma cápsula do tempo musical que aguarda pacientemente para desvendar mais um pedaço da genialidade de Dolly para as futuras gerações.

O Eco de um Legado Imortal

Enquanto os fãs não puderam estar presentes no adeus físico, a equipe de Dolly abriu um caminho para que o amor e a gratidão fossem expressos: através de homenagens nas redes sociais ou doações para a Imagination Library, sua organização sem fins lucrativos que promove a leitura infantil. Um lembrete de que sua filantropia era tão parte dela quanto sua música.

A funerária Woodlawn-Roesch-Patton capturou a essência de seu impacto:

"Uma vida brilhante que reluziu o suficiente para o mundo ver, Dolly será para sempre uma inspiração não apenas por sua música atemporal e composição prolífica, mas também por sua sagacidade, calor humano e bondade que nos fizeram sentir como família. O legado de Dolly Parton é de amor, bondade e resiliência."

As homenagens não pararam por aí. No lendário Grand Ole Opry, em Nashville, um dia após seu sepultamento, um coro de estrelas como Carly Pearce, Jelly Roll, Kathy Mattea, Ketch Secor e Molly Tuttle, Channing Wilson, e sua própria sobrinha, Jada Star, subiram ao palco para celebrar a mulher que o Opry honrou pela primeira vez em 1969.

Este tributo no epicentro da música country é apenas uma das muitas manifestações do amor e respeito por uma artista cuja carreira de sete décadas transcendeu gêneros e gerações, tocando milhões de corações.

Dolly Parton se foi, mas sua melodia, sua mensagem e seu espírito de generosidade ressoarão para sempre, um farol de luz no vasto universo do entretenimento.

📊 Fofoca Awards: vote nos seus favoritos
The Music Journal The Music Journal Brazil
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra