vc repórter: museu em SC guarda história da imigração no Sul
Para quem quer conhecer um pouco mais sobre o processo histórico de imigração e colonização do Sul do País, o Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville (MNIC), em Santa Catarina, é uma boa opção. Situado no número 229 da rua Rio Branco, o espaço - criado pela Lei Federal Federal nº 3.188 em julho de 1957 - guarda objetos e documentos que narram a história da vida rural e urbana da região.
Um dos destaques do museu é a Casa Enxaimel. Instalada no jardim desde 1980, a construção com madeiras tijolos e telhas de 1905 é uma reprodução de como os imigrantes costumavam construir suas residências. Antes de serem preenchidas com tijolos, as paredes são encaixadas entre si e apoiadas com pinos de madeiras. Esse preenchimento é que dá origem ao nome "Enxaimel".
Além da casa, a área do museu que compreende 6 mil m² tem ainda o galpão de Tecnologia, com exemplares de engenhos de farinha e erva-mate e moenda de cana-de-açúcar, o galpão de Meios de Transporte, com viaturas de tração animal e carroções, e o Auditório Dona Francisca.
A sede do MNIC é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1939. Segundo a prefeitura de Joinville, o imóvel foi projetado em 1870 para servir à administração da Colônia Dona Francisca.
Em 2013, o espaço recebeu 33.904 visitas, registrando o maior número de visitação dos últimos 10 anos. O local é um dos pontos turísticos mais procurados de quem passeia pelo Estado.
A entrada é gratuita e o Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville fica aberto de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h.
O leitor Roberto Meira, de Brumado (BA), participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.
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