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Arqueólogos israelenses descobrem mosaico de 1.500 anos

23 ago 2017 - 13h36
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Um mosaico de 1.500 anos com uma inscrição em grego foi encontrado durante obras para instalar cabos de comunicação na Cidade Velha de Jerusalém, uma descoberta incomum de uma relíquia antiga e um documento histórico ao mesmo tempo.

Mosaico de 1.500 anos com uma inscrição em grego foi encontrado durante obras para instalar cabos de comunicação na Cidade Velha de Jerusalém
23/08/2017
REUTERS/Ronen Zvulun
Mosaico de 1.500 anos com uma inscrição em grego foi encontrado durante obras para instalar cabos de comunicação na Cidade Velha de Jerusalém 23/08/2017 REUTERS/Ronen Zvulun
Foto: Reuters

A inscrição cita Justiniano, imperador romano do século 6, assim como Constantino, que serviu como abade de uma igreja fundada por Justiniano em Jerusalém. Os arqueólogos acreditam que a descoberta os ajudará a entender os projetos municipais do imperador na cidade.

A inscrição diz: "O piedosíssimo imperador romano Flavio Justiniano e o sacerdote e abade que mais ama a Deus, Constantino, ergueram este edifício na décima-quarta indicção".

A indicção é um método antigo de contar anos que era usado com propósitos de coleta de impostos. Os arqueólogos disseram que a inscrição sugere que o mosaico remonta aos anos 550-551 depois de Cristo.

Justiniano foi um dos governantes mais importantes da época bizantina. Em 543 d.C. ele estabeleceu a Igreja Nova da Mãe de Deus (ou Igreja Nea) em Jerusalém, uma das maiores igrejas cristãs do Império Romano.

"O fato de a inscrição ter sobrevivido é um milagre arqueológico", disse David Gellman, diretor da escavação para a Autoridade de Antiguidades de Israel, em um comunicado.

Os investigadores creem que o edifício do qual o mosaico formava parte, situado perto da Porta de Damasco da Cidade Velha, era usado como um alojamento para peregrinos.

O mosaico, exibido à imprensa nesta quarta-feira, foi descoberto semanas atrás. Especialistas em conservação o removeram para submeter a peça a um tratamento.

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