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Editado com a velocidade de um videogame de última geração, Titan tem um poder e uma força de atração muito mais forte que várias ficções científicas da atualidade. Felizmente, os roteiristas Bem Edlund (do desenho The Tick), John August (do filme Vamos Nessa) e Joss Whedon (do seriado Buffy, a Caça-vampiros) conseguiram colocar no filme de momentos empolgantes e personagens bem concebidos o suficiente para que ele não se perdesse no espaço.
Para evitar a extinção total da raça humana, a única saída seria encontrar um meio de recriar o Titan, um gigante clonado que há algum tempo estava em teste, num laboratório. Eles pedem que Cale (com a voz de Matt Damon), um humano que foi abandonado pelo pai, o criador do Titan, ajude a encontrar a fórmula genética da criatura.
Decididamente um desenho animado mais adulto e obscuro que a maioria dos que aparecem nos cinemas, Titan não economiza a morte de alguns inocentes. Às vezes num grande coletivo, como logo nas cenas iniciais, com as impressionantes cenas de destruição da Terra e da lua. As cenas são tão impactantes, que a garotada que for ao cinema talvez nem note o suave romancinho existente entre Cale e a pilota da nave Akima (Drew Barrymore). E não se trata do recurso exagerado de computação gráfica - desenho convecional e arte digital (bastante inspirados em trabalhos japoneses) foram muito bem balanceados por Bluth e Goldman.
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