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Um míssil soviético está destruindo os helicópteros da Ucrânia; o problema é que não é russo: vem do Ocidente

Apesar das sanções, a Rússia continua encontrando formas de empregar tecnologia estrangeira

23 dez 2025 - 16h06
(atualizado em 23/12/2025 às 16h18)
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Foto: Xataka

Foram tantas as ocasiões em que a Ucrânia interceptou um drone russo, o abriu e descobriu que, de russo, ele só tinha o nome, que parecia difícil que Kiev voltasse a se surpreender com um "unboxing" do inimigo. Ocorre que a Ucrânia vem, há semanas, pedindo ajuda para combater um míssil russo muito especial.

E, quando conseguiu interceptar um, a surpresa surgiu mais uma vez.

Um Shahed modificado

O aparecimento na frente ucraniana de um novo drone russo Geran-2 armado com um míssil ar-ar marcou uma nova virada na evolução do conflito e na adaptação constante de Moscou a um campo de batalha cada vez mais dominado por sistemas não tripulados. Segundo a inteligência militar ucraniana, esse modelo (derivado do Shahed-136 iraniano) foi visto pela primeira vez equipado com um míssil soviético R-60, projetado originalmente nos anos 1970 para caças de combate.

Não se trata de uma mera curiosidade técnica, mas de uma tentativa deliberada de introduzir uma ameaça direta contra helicópteros e aeronaves ucranianas dedicadas a tarefas de defesa aérea e interceptação de drones, ampliando o papel do Geran-2 para além do ataque suicida clássico contra alvos em terra.

O objetivo principal dessa modificação, segundo a avaliação ucraniana, foi degradar a eficácia da aviação tática de Kiev, obrigando-a a operar com maior cautela diante de enxames de drones. De fato, essa adaptação tem sido uma verdadeira dor de cabeça para os helicópteros de Kiev.

Como? Ao integrar um míssil R-60 de guiagem ...

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