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Menino brasileiro de apenas 10 anos é um gênio: ele criou jogo aos 7 após curso de Harvard e hoje vive em abrigo com a mãe e luta para voltar a estudar

Pequeno gênio desenvolveu o "Super Alvinho", um jogo inteiramente narrado e estruturado em inglês que acompanha um cientista que usa seus superpoderes para construir robôs agrícolas

3 set 2026 - 17h10
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Resumo
Adriano Álvaro Melo, o Alvinho, é um garoto brasileiro de 10 anos diagnosticado com altas habilidades que aprendeu a ler aos 4 e criou seu próprio jogo aos 7 após um curso de Harvard, além de acumular troféus em xadrez e robótica. Apesar do talento excepcional na infância, o menino enfrenta dificuldades sociais graves: atualmente ele vive com a mãe em um abrigo no Rio de Janeiro e luta para conseguir retomar a sua rotina escolar, que acabou sendo interrompida pela situação de vulnerabilidade.
Adriano Alvaro Melo
Adriano Alvaro Melo
Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress / Xataka

Muitos adultos subestimam a capacidade intelectual das crianças, um erro que pode fazer com que talentos excepcionais passem despercebidos. No Brasil, um menino de apenas 10 anos de idadecriou seu próprio jogo de computador, aprendeu programação e conquistou troféus em competições de xadrez e robótica. Adriano Álvaro Melo, conhecido carinhosamente como Alvinho, começou a mostrar que era uma criança diferente ainda pequeno. Aos 7 anos, desenvolveu o "Super Alvinho" depois de participar de um curso on-line de programação da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Hoje, porém, o menino enfrenta uma realidade muito diferente daquela que seu potencial intelectual poderia sugerir. Alvinho vive em um abrigo no Rio de Janeiro com a mãe e teve a rotina escolar interrompida pelas dificuldades enfrentadas pela família.

Aos 7 anos, Alvinho já criava seu próprio jogo e se destacava em xadrez e robótica

A inteligência de Alvinho começou a ser percebida ainda na primeira infância. Segundo a mãe, Priscila Melo, a suspeita de que o filho tinha uma facilidade incomum para aprender apareceu quando ele tinha apenas 3 anos. Aos 4, durante a pandemia de Covid-19, ele aprendeu a ler e escrever com o GraphoGame, aplicativo do Ministério da Educação voltado à alfabetização, e depois passou por um teste que confirmou suas altas habilidades.

A programação entrou nesse caminho como mais uma ferramenta para explorar a curiosidade do menino. Depois de participar de um curso on-line da ...

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