Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Lojas de conveniência já foram símbolo do Japão, até que a crise demográfica revelou lado sombrio do funcionamento 24 horas

Hoje, o sistema enfrenta limite que não é tecnológico, mas humano

23 nov 2025 - 12h18
(atualizado em 23/11/2025 às 16h21)
Compartilhar
Foto: Xataka

As lojas de conveniência japonesas, conhecidas como konbini, não são simplesmente lojas onde se compra comida rápida ou produtos de primeira necessidade; elas são parte integrante do tecido social do país. O sucesso das lojas de conveniência não se mede apenas em números (mais de 55 mil estabelecimentos espalhados pelas 47 prefeituras), mas também na forma como se integram ao cotidiano: permitem que as pessoas paguem contas, enviem encomendas, imprimam documentos, comprem ingressos para espetáculos, lidem com imprevistos, encontrem refúgio em caso de emergência ou simplesmente façam uma pausa.

E agora que o país está envelhecendo rapidamente, as lojas estão mortalmente feridas.

Consideremos que, em bairros urbanos, vilarejos rurais ou áreas costeiras isoladas, esses estabelecimentos se tornaram a infraestrutura mínima indispensável onde antes existiam correios, bancos ou pequenos comércios familiares que agora desapareceram.

A loja, portanto, não é apenas um negócio: é um ponto de apoio emocional e logístico seguro, aberto e disponível 24 horas por dia, que moldou o ritmo diário japonês e cativou milhões de turistas, que encontram nesses estabelecimentos uma mistura de eficiência, aconchego e meticulosidade estética difícil de replicar.

Eficiência e expansão

O New York Times observou no verão passado que o desenvolvimento das lojas de conveniência japonesas (konbini) foi resultado de décadas de evolução. Desde que a 7-Eleven abriu sua primeira loja no Japão em 1974, a ...

Veja mais

Matérias relacionadas

A região da América Latina que possui mais petróleo do que toda a Arábia Saudita, mas produz 12 vezes menos

Fujian é oficialmente a maior catapulta de poder da China: Pequim já tem um botão para desafiar a Marinha dos EUA

Há tantos jovens britânicos que não estudam nem trabalham que governo planeja pesquisa para entender o porquê

Se a pergunta é "o que vamos comer no espaço?", a Agência Espacial Europeia (ESA) é clara em sua aposta: grilos

Este homem disse que se tornou gay por causa de um acidente de carro — e isso lhe rendeu US$ 200 mil para viver com seu parceiro

Xataka
Compartilhar
TAGS
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra