Fotografar um eclipse solar pode destruir sua câmera? O que realmente acontece
Apontar o celular ou a câmera para o Sol durante o eclipse pode causar danos permanentes ao equipamento, mas existem formas de evitar o problema
Hoje em dia, basta acontecer qualquer evento fora do comum para que centenas de celulares sejam erguidos ao mesmo tempo. É assim em shows, eventos esportivos e, principalmente, durante fenômenos astronômicos como os eclipses solares. Afinal, quem não gostaria de guardar uma imagem de um espetáculo que pode levar anos para se repetir? O problema é que, nesse caso, apontar a câmera diretamente para o Sol sem os cuidados necessários pode transformar o registro inesquecível em um prejuízo inesperado.
Fotografar o eclipse pode danificar a câmera — e o risco é maior do que parece
Embora muita gente imagine que o único perigo durante um eclipse seja olhar diretamente para o Sol, especialistas alertam que o mesmo cuidado deve ser tomado com câmeras e smartphones. Isso porque a luz solar continua extremamente intensa, mesmo quando parte do disco solar está encoberta pela Lua.
Ao apontar uma câmera diretamente para o Sol, a lente concentra uma enorme quantidade de luz e calor sobre o sensor de imagem. Dependendo do tempo de exposição e do equipamento utilizado, isso pode provocar danos permanentes, como manchas no sensor, superaquecimento de componentes internos e deformação de peças plásticas.
O risco aumenta ainda mais em câmeras equipadas com lentes teleobjetivas, binóculos ou telescópios, que funcionam como lupas e concentram ainda mais a energia luminosa do sol. Nos smartphones, a chance de danos costuma ser menor em fotos rápidas, mas gravações prolongadas ou o uso de lentes de ...
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