Dormir na mesma cama está arruinando casamentos? Especialistas alertam sobre tendência após o "divórcio do sono" virar a tática secreta dos famosos para salvar relacionamentos
Dormir em camas separadas pode fortalecer o casamento? Estudo mostra por que cada vez mais casais estão abandonando uma antiga tradição
Dividir a cama depois do casamento sempre foi tratado como uma demonstração de intimidade entre um casal. Mas essa ideia pode estar mudando. Uma pesquisa da Academia Americana de Medicina do Sono (AASM) revela que mais de um terço dos americanos já dorme (ocasionalmente ou com frequência) em quartos separados para acomodar o parceiro, um hábito conhecido como "divórcio do sono". Muita gente acredita que a prática representa uma crise no relacionamento, mas especialistas afirmam que esse hábito controverso entre os casais pode melhorar a qualidade do descanso, reduzir conflitos e até fortalecer a convivência.
O "divórcio do sono" deixa de ser tabu e ganha força entre casais que priorizam descanso e qualidade de vida
Dormir separado pode parecer estranho para quem cresceu associando a cama compartilhada à ideia de um casamento saudável. Mas, na prática, esse costume nem sempre foi a regra. Do final do século XIX até meados do século XX, a nobreza, reis e grande parte da classe média dormiam em camas ou quartos separados por privacidade, símbolo de status e regras de etiqueta.
Foi principalmente ao longo do século XX que dormir na mesma cama se consolidou como um comportamento esperado dentro do casamento. A redução dos espaços nas moradias e as mudanças no estilo de vida ajudaram a transformar a cama de casal em um símbolo de intimidade.
Agora, esse conceito começa a ser questionado novamente. Segundo a pesquisa da Academia Americana de Medicina do Sono, mais ...
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