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Nem quimioterapia, nem radiação: a ciência transformou um resíduo humano inesperado em pílula que virou a arma perfeita contra o câncer

Estudos clínicos mostram que cápsulas produzidas a partir de microbiota fecal podem reprogramar bactérias intestinais e aumentar a eficácia da imunoterapia em alguns tipos de câncer

5 mar 2026 - 15h48
(atualizado às 16h45)
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Foto: Xataka

O câncer, um grupo de mais de 100 doenças malignas caracterizadas pelo crescimento desordenado de células anormais, continua sendo um dos maiores desafios da medicina. De acordo com dados do National Cancer Institute, a doença provocou cerca de 9,7 milhões de mortes em 2022 e quase 20 milhões de novos casos foram diagnosticados no mundo no mesmo período.

Apesar de avanços na medicina no tratamento da doença, como terapias de imunoterapia e a medicina de precisão, que buscam estimular o próprio sistema imunológico a reconhecer e destruir tumores, muitos pacientes ainda não respondem bem aos tratamentos disponíveis.

Isso levou cientistas a investigarem uma abordagem médica totalmente inesperada, mas que pode influenciar diretamente a eficácia das terapias: o conjunto de microrganismos que vivem no intestino humano. Pesquisadores descobriram que a chamada microbiota intestinal, formada por trilhões de bactérias, vírus e fungos, pode influenciar a maneira como o sistema imunológico reage ao câncer.

Essa linha de investigação levou os cientistas a propor um tratamento inovador, mas bem estranho: usar microrganismos do intestino para reforçar a resposta do sistema imunológico contra tumores. Em alguns estudos recentes, essas bactérias chegaram a ser transformadas em cápsulas ingeríveis, criando uma espécie de "pílula de microbiota" que pode ajudar a preparar o organismo para reagir melhor aos tratamentos contra o câncer.

Uma pílula feita de fezes? Entenda como bactérias intestinais ...

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Xataka
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