Gemini 4 arrasa nos benchmarks e coloca o Google de volta na corrida da IA
O Gemini 4 Argon parece espetacular nos benchmarks internos, mas um pouco menos nos independentes; Alguns funcionários do Google já o utilizam, e parece que o salto não é tão notável quanto os testes indicam; Ainda assim, isso coloca o Google de volta em uma corrida que parecia ter abandonado
O Google volta ao topo da corrida de inteligência artificial com o Gemini 4 Argon, modelo que empata com o GPT-6 Astra e supera rivais como Opus 5.5 em benchmarks recentes. Apesar dos dados promissores, o desempenho real ainda gera cautela, pois a ferramenta não foi lançada ao público geral: no momento, o modelo passa por análises governamentais nos EUA e testes restritos com especialistas em cibersegurança pelo programa Fairwind.
A imagem oficial do Google parece ter saído do novo filme do "Quarteto Fantástico", mas nada disso: ela marca o retorno a uma disputa que a empresa parecia ter abandonado.
Durante meses, a companhia ficou um pouco à deriva na corrida pelos modelos de fronteira, mas, com o Gemini 4 Argon, tudo indica — pelo menos segundo os benchmarks — que o Google se posiciona como uma das três empresas com os modelos mais potentes do mundo. E o problema é justamente esse: os benchmarks.
O Google está de volta ao jogo
O Gemini 4 Argon chega com resultados em benchmarks que o colocam ao lado da OpenAI e da Anthropic na disputa pelos modelos de fronteira mais potentes do mundo.
A Artificial Analysis lhe atribui 53 pontos em seu Intelligence Index — a mesma pontuação do GPT-6 Astra —, mas, segundo testes internos do Google, o Gemini 4 é uma potência que supera o Opus 5.5 e o Fable 5.1 em diversos testes. Será que ele é realmente tão bom quanto o Google afirma?
Não podemos afirmar se é o melhor
Embora os dados, tanto do Google quanto da Artificial Analysis, ofereçam muitas pistas sobre o desempenho fantástico do Gemini 4 Argon, o problema é que o modelo ainda não foi lançado em larga escala. Inicialmente, ele estará disponível para um grupo restrito de "testadores de confiança" e especialistas em cibersegurança por meio do programa Fairwind.
O modelo também está sendo analisado pelo governo dos EUA — uma prática que vem se tornando comum para evitar bloqueios governamentais.
Alguns funcionários o ...
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