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China está 15 anos atrasada em relação a chips mais avançados: Huawei está provando que tamanho não é tão importante para fabricação de bons celulares

Restrições afetam todos os chips chineses, mas tamanho favorece os chips Kirin CEO da ZEISS, fornecedora da ASML, estima que a China esteja 15 anos atrasada em litografia de alta precisão

10 set 2026 - 09h07
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Resumo
Apesar de estar cerca de 15 anos atrasada no desenvolvimento de máquinas de litografia avançada em relação ao Ocidente, a China busca contornar as restrições internacionais com inovação. Diante do bloqueio a tecnologias de ponta, empresas como Huawei e SMIC criam alternativas à miniaturização extrema de semicondutores, aprimorando litografias já existentes e adotando técnicas como o Logic Folding para elevar a densidade e o desempenho de seus chips, acelerando a autonomia tecnológica do país.
Imagem | ASML
Imagem | ASML
Foto: Imagem | ASML / Xataka

Ninguém duvida que a China seja um dos países tecnologicamente mais avançados. É a fábrica do mundo e passou de dependente de projetos estrangeiros a um dos países que ditam o ritmo da indústria. No entanto, ainda enfrenta alguns obstáculos, como o acesso aos processadores mais avançados: diante da impossibilidade de acessar as máquinas EUV da ASML, a China precisa criar sua própria alternativa.

15 anos de atraso

Essa é a opinião de especialistas como o CEO da ZEISS, empresa líder em óptica que viabiliza as máquinas EUV mais avançadas do mundo — as da empresa holandesa ASML. Frank Rohmund estima que a China esteja cerca de 15 anos atrasada no desenvolvimento de sua própria litografia EUV e alerta para um paradoxo: as restrições ocidentais podem acelerar o ritmo com que a China reduz essa defasagem.

A Huawei e a SMIC estão desenvolvendo soluções para superar o obstáculo da impossibilidade de acesso às máquinas de litografia de ponta. Devido a essas restrições, a China teve que aprimorar sua engenhosidade para encontrar alternativas à miniaturização extrema de transistores.

Xataka
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