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Bolsa de tricô de R$ 1,2 mil para carregar o iPhone se esgota nas lojas do mundo; entenda

Acessório criado com a grife japonesa Issey Miyake sumiu do estoque em minutos e gerou filas em cidades como Nova York, Londres e Tóquio

17 nov 2025 - 16h11
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A Apple lançou na sexta-feira, 14, o iPhone Pocket, uma bolsa de tricô para carregar qualquer modelo de iPhone. Inicialmente, o acessório gerou críticas pelo valor, mas ele se esgotou em poucas horas em todas as lojas e no site da empresa. A edição limitada foi desenvolvida em parceria com a grife japonesa Issey Miyake e não foi lançada no Brasil.

As peças custam entre US$ 150 (cerca de R$ 800, considerando o dólar a R$ 5,30), no modelo curto, e US$ 230 (cerca de R$ 1,2 mil), na versão longa. A procura intensa fez o produto esgotar em poucas horas e gerou filas em cidades como Nova York, Londres, Milão, Paris, Hong Kong, Tóquio, Seul e Singapura, que integram a lista global de apenas dez lojas físicas autorizadas a vender o acessório.

Edição limitada esgota no exterior e não tem previsão de chegada ao mercado brasileiro
Edição limitada esgota no exterior e não tem previsão de chegada ao mercado brasileiro
Foto: Apple/Divulgação / Estadão

O iPhone Pocket é uma alça vestível de tricô 3D, "inspirada em um pedaço de tecido", segundo a Apple, feita com um material elástico que acomoda qualquer modelo de iPhone e pequenos itens, como AirPods ou protetor labial. O formato, que lembra uma faixa de artes marciais, pode ser usado atravessado no corpo, preso à bolsa ou na mão.

A peça está disponível em duas versões: a curta, com oito cores, e a longa, em três, ambas feitas para esticar o suficiente e envolver o celular, chegando a revelar parte do conteúdo quando puxadas. Por ser uma edição limitada, as unidades foram vendidas apenas nas lojas selecionadas e no site da Apple, que também zerou o estoque minutos após o início das vendas.

Histórico de preços altos

O lançamento reacendeu discussões sobre o histórico da Apple de apostar em acessórios premium, e muitas vezes criticados, como o paninho para limpar a tela de US$ 19 (R$ 100), lançado em 2021, e o suporte de monitor de US$ 999 (R$ 3 mil), de 2019. Ao mesmo tempo, o preço do iPhone Pocket virou motivo de piadas nas redes sociais, com usuários comparando o acessório a uma "meia cortada" ou a objetos fictícios que fazem piada com o consumismo.

Apesar das críticas, especialistas americanos afirmam que a parceria com a Issey Miyake, aliada ao caráter limitado da coleção, impulsionou a venda rápida do acessório, e a falta de confirmação da Apple sobre uma possível reposição reforça a percepção de que o iPhone Pocket pode ter se tornado um item colecionável entre fãs da marca.

Estadão
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