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Após proibição de redes sociais e lives para menores de 16 anos no Reino Unido, Meta, YouTube, e Snapchat se pronunciam

Se adolescentes conseguem contornar as regras, isso significa que elas não são importantes?

17 jun 2026 - 12h40
(atualizado às 16h14)
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Redes sociais
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Foto: Unsplash/Alexander Shatov / Xataka

O governo do Reino Unido confirmou oficialmente que irá proibir o acesso de menores de 16 anos às principais redes sociais a partir da primavera de 2027. A medida faz parte de um pacote de proteção infantil anunciado pelo primeiro-ministro Keir Starmer e também prevê restrições para adolescentes de 17 anos e a proibição de transmissões ao vivo para menores.

A decisão provocou reações imediatas de empresas como Meta, YouTube e Snapchat, que afirmam que a proibição pode acabar empurrando adolescentes para plataformas menos seguras e sem mecanismos de proteção.

Reino Unido quer reforçar proteção de crianças e adolescentes

Segundo Keir Starmer, o objetivo é reduzir os impactos negativos que as redes sociais podem causar na saúde mental dos jovens. "O uso das redes sociais está tornando as crianças infelizes, facilitando o bullying e os abusos e pode até estar prejudicando sua saúde mental", afirmou o primeiro-ministro ao anunciar a medida.

Além de impedir que menores de 16 anos baixem aplicativos como Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Snapchat e X (antigo Twitter), o plano também inclui outras restrições.

Aplicativos de jogos deixarão de permitir conversas com desconhecidos para menores, enquanto chatbots românticos voltados para maiores de idade também ficarão indisponíveis para menores de 18 anos.

Já aplicativos de mensagens como WhatsApp e Signal não serão afetados pela nova legislação.

Empresas criticam a proibição

Meta, YouTube e Snapchat divulgaram posicionamentos ...

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