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Android, do Google, movimentou R$ 56,2 bilhões no Brasil em 2024; entenda

Gigante apresentou relatório de impacto econômico do seu sistema operacional móvel

12 nov 2025 - 13h11
(atualizado às 14h21)
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O Google divulgou um relatório nesta quarta, 12, sobre o impacto econômico do Android no Brasil — o sistema operacional para dispositivos móveis da empresa é utilizado por 85% dos aparelhos do País.

Segundo a companhia, o Android contribuiu com R$ 56,2 bilhões do PIB brasileiro em 2024. O documento destaca também que 354 mil postos de trabalho foram direta e indiretamente criados e mantidos no País por conta do sistema— o número representa uma alta de 7% em comparação com 2023.

O estudo de impacto econômico de gigantes da tecnologia não é algo novo, mas ganhou importância nos últimos meses após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) passar a questionar a centralização do mercado de aplicativos nas lojas digitais tanto de Google (Play Store) quanto da Apple (App Store). Em setembro, a marca do iPhone apresentou o seu relatório de impacto econômico para o País.

No começo do mês, o Google entrou em acordo com a Epic, do jogo Fortnite, em um processo de monopólio, que deve trazer mudanças importantes para celulares Android, algo que pode se espalhar pelo mundo inteiro. Entre as alterações estão oferta de novas lojas além da Play Store e preços mais baixos para aplicativos. Ao Estadão, a companhia afirmou que não há nada no horizonte sobre o assunto em relação ao mercado brasileiro.

Enquanto isso, a gigante celebrou os números no mercado brasileiro. "Para além de oferecer software, nosso trabalho é mobilizar e promover todo um ecossistema que envolve desenvolvedores, operadoras, fabricantes dos mais diversos dispositivos, tudo isso para oferecer oportunidades por meio da tecnologia para o elemento mais importante desse ecossistema, que é o usuário brasileiro", disse Flávio Ferreira, diretor de parcerias de Android no Google para América Latina.

Hoje, segundo a companhia, 48% dos usuários dos apps brasileiros vem de fora do Brasil, com EUA, Argentina e Portugal sendo os principais mercados.

Além dos novos recursos de inteligência artificial (IA), como o chatbot Gemini, o Android ganhou reforço na segurança nos últimos meses. Em junho, a companhia anunciou que o "modo ladrão" vai ganhar outras funções, como a proteção contra a redefinição de fábrica e a verificação de identidade, além de chegarem aos celulares já habilitadas por padrão.

Para os usuários do Android 16, outra ferramenta vai estar presente: a verificação de identidade. Nela, o usuário pode cadastrar locais seguros para usar aplicativos com senha, como bancos. A senha cadastrada só desbloqueia o app nos lugares cadastrados, deixando a aplicação trancada e sem acesso em outros lugares.

Segundo a companhia, os recursos de segurança bloquearam 2 milhões de tentativas de golpes por mês no País, ao incorporar também proteções contra ligações e mensagens de texto suspeitas.

Estadão
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