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A paixão da Geração Z pelo "retrô" salvou a Kodak da falência, mas quase a destruiu

A experiência de tirar uma fotografia com filme ensina algo que a Geração Z aprende bem: paciência

6 jun 2026 - 17h12
(atualizado às 18h12)
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A experiência de tirar uma fotografia com filme ensina algo que a Geração Z aprende bem: paciência.
A experiência de tirar uma fotografia com filme ensina algo que a Geração Z aprende bem: paciência.
Foto: Xataka

Entre os muitos "vícios" da Geração Z, um que desafia a percepção comum é a sua predileção por certos formatos antigos ou "retrô" que o ritmo de vida e a tecnologia nos levaram a abandonar em favor de alternativas mais rápidas e convenientes. Locadoras de vídeo podem ser um exemplo que vem à mente, assim como a fotografia.

É curioso, na verdade, porque supostamente eles são a geração do TikTok e das redes sociais, que operam principalmente em celulares. Mas a realidade é que os membros da Geração Z estão se "desvinculando" do hiper-realismo da fotografia digital.

Essa rebelião contra a perfeição foi tão longe que eles abraçaram um formato que muitos de nós considerávamos morto: a fotografia analógica, graças às câmeras Polaroid. O problema é que, para empresas como a Kodak, tem sido uma verdadeira montanha-russa: em um minuto a Geração Z estava salvando-as da falência, e no minuto seguinte, estavam à beira da destruição por falta de filmes.

O paradoxo da Kodak e a Geração Z

Há cerca de 14 anos, a Kodak era uma marca conhecida tanto por entusiastas da fotografia quanto por leigos, mas, como muitas outras empresas, atravessava um período difícil em 2012. Essencialmente, os inventores da câmera tradicional corriam o risco de extinção devido à digitalização e ao boom das câmeras digitais em celulares.

Eles já haviam sentido o impacto no início do século, mas, com a chegada do ano mencionado, tiveram que declarar falência. Apesar de tudo, mal conseguiram sobreviver.

Porém, desde o ...

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