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El Nacional traz boas lembranças a Cris
Terça-feira, 08 Maio de 2001, 00h29
Atualizada: Terça-feira, 08 Maio de 2001, 00h29

Belo Horizonte - Quando entrar em campo nesta terça-feira, às 22 horas (horário de Brasília), para enfrentar o El Nacional, pela primeira partida das oitavas-de-final da Copa Libertadores, o zagueiro Cris, do Cruzeiro, estará revivendo emoções que marcam sua carreira no futebol. Foi neste mesmo local, o Estádio Olímpico de Atahualpa, em Quito, no Equador, a 2.850 metros de altitude, que ele marcou seu primeiro gol como profissional.

“Foi em 97. Eu jogava no Corinthians e vencemos o Barcelona de Guayaquil por 3 a 1. Eu fiz o primeiro gol do jogo e da minha carreira", lembra Cris, que espera ter a mesma sorte hoje. Uma vitória diante dos equatorianos deixará o Cruzeiro tranqüilo para decidir em casa, no dia 15, uma vaga para as semifinais da competição sul-americana. Na próxima fase, o vencedor do confronto enfrentará Palmeiras ou São Caetano.

Coincidências marcam não só a história recente do zagueiro Cris, mas também de seu time. Foi em 1997 que o Cruzeiro enfrentou o El Nacional, coincidentemente pelas oitavas-de-final da Libertadores. Na primeira partida, no Equador, perdeu por 1 a 0. No jogo de volta, a equipe mineira venceu por 2 a 1 no tempo normal - gols de Marcelo Ramos - e a vaga foi decidida nos pênaltis. O goleiro Dida foi o grande herói do jogo, defendendo uma cobrança, determinante para a classificação do Cruzeiro, que, depois, acabou ficando com o título e conquistando o bicampeonato.

O técnico Luiz Felipe Scolari procurou se cercar de todas informações possíveis sobre o adversário. Ele sabe que, além de ser uma equipe tradicional no futebol equatoriano, sempre cria jogadas perigosas. “A média de gols deles em casa é de dois por partida. Nunca deixam de marcar. Temos que estar atentos a isso e evitar ao máximo que cheguem próximo à área", observa.

Scolari destaca ainda a força de conjunto que tem o El Nacional. “É um time forte, de jogadores com bom biótipo, que impõem força diante do adversário", ressalta o treinador, que há dois anos esteve em Quito para enfrentar este mesmo adversário, quando comandava o Palmeiras, e foi derrotado por 3 a 1.

Sabendo desta arma, que deverá ser utilizada a todo momento pelo adversário, o treinador não esconde sua preocupação quanto ao posicionamento da defesa cruzeirense na partida desta terça. Principalmente depois da péssima atuação no final de semana, quando o Cruzeiro foi derrotado por 3 a 1 pelo Ipatinga, em jogo válido pelo Campeonato Mineiro.

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