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Super-homens do atletismo atraem a atenção do público
Quinta-feira, 21 Setembro de 2000, 17h06

Sydney - O atletismo assume o centro do palco olímpico em Sydney a partir da noite de quinta-feira (horário de Brasília) com mais super-heroínas do que super-heróis.

Por mais fama que tenham os velocistas norte-americanos Maurice Greene e Michael Johnson, a maior parte das lentes e dos olhos estarão voltadas para Marion Jones e Cathy Freeman. Jones é candidata a cinco medalhas de ouro nas provas de velocidade e salto em distância. Ela tem sido a melhor do mundo nesses eventos por pelo menos dois anos. Freeman é a rainha esportiva da Austrália -- acendeu a pira olímpica na cerimônia de abertura e corre atrás do ouro nos 200m e nos 400m.

Sua eventual vitória, agora mais previsível depois que a bicampeã olímpica francesa Marie-Jo Perec deixou os Jogos, representa também um triunfo das minorias aborígenes. Com autorização do Comitê Olímpico Internacional para levar a bandeira aborígene na volta olímpica em caso de vitória, Cathy está sendo preparada para produzir a imagem símbolo dos Jogos do ano 2000.

Os homens foram levados ao segundo plano pelas supermulheres Jones e Freeman, mas mesmo assim devem produzir um show inesquecível. Johnson tentará levar suas sapatilhas com fragmentos de ouro ao bicampeonato olímpico dos 400m. Pena que ele não terá como repetir a façanha de Atlanta, onde ganhou um duplo ouro nos 200m e nos 400m. Uma contusão nas seletivas da equipe dos EUA o tirou da prova dos 200m, uma corrida em que o brasileiro Claudinei Quirino pode sonhar com o estrelato.

Greene é hoje o homem mais rápido do mundo, 9s79 nos 100m, mas ainda precisa provar que é imortal colocando uma medalha de ouro no peito. Donovan Bailey, do Canadá, traz a sua de Atlanta meio irritado por não estar recebendo da imprensa a atenção devida a um campeão olímpico. A prova dos 100m rasos é, como sempre, a competição rainha dos Jogos Olímpicos. É o momento mais raro do esporte. A cada quatro anos o mundo inteiro prende a respiração e fica calado por cerca de 10s.

Duas figuras tão históricas quanto inesquecíveis devem se despedir das Olimpíadas nos jogos de Sydney. São homens que voam: o ucraniano Sergei Bubka, multi-recordista do salto com vara, e o cubano Javier Sottomayor, ainda o recordista mundial do salto em altura.

A natação emplacou em Sydney uma coleção imensa de recordes mundiais. Cabe ao atletismo honrar essa tradição instantânea. O espetáculo das piscinas, porém, não apagou a assombração do doping no esporte de alto nível. Paira a dúvida. O atletismo assume a responsabilidade de mostrar às gerações futuras de atletas que o importante é ser limpo, não necessariamente vencer.

Reuters

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