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Corpo de tartaruga é enviado a Nova York para ser embalsamado

12 mar 2013 - 18h37
(atualizado às 20h27)
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<p>George Solitário, símbolo da preservação da natureza, morreu no dia 24 de junho do ano passado</p>
George Solitário, símbolo da preservação da natureza, morreu no dia 24 de junho do ano passado
Foto: AFP

Os restos mortais de George Solitário, tartaruga gigante das Ilhas Galápagos, foram enviados a Nova York, nos Estados Unidos, para serem embalsamados, e depois serão expostos em um museu naquele que foi seu lar durante quatro décadas, informou esta terça-feira a reserva que o protegia.

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George, símbolo da preservação da natureza que morreu em 24 de junho, foi embarcado à meia-noite de segunda-feira em um voo que partiu de Guayaquil (sudoeste do Equador) com destino a Nova York, onde o Museu Americano de História Natural ficará encarregado do processo de taxidermia, segundo um comunicado do Parque Nacional de Galápagos (PNG).

Os restos do quelônio foram inicialmente levados para a ilha de Baltra, antes de serem enviados de avião a Guayaquil em uma caixa de madeira, fibra de vidro e material isolante que funciona como uma câmara de frio.

O animal centenário chegará congelado ao Museu para o procedimento que durará entre oito e nove meses, segundo especialistas citados pelo PNG.

Após o embalsamamento, George será levado de volta a Galápagos (1.000 km em frente à costa continental) para ser exibido em um museu que será construído no local onde ele viveu desde 1971, quando foi descoberto.

Depois da necropsia, o corpo da tartaruga foi protegido de forma especial para evitar que o congelamento a menos de 50 graus centígrados queimasse seus tecidos, destacou o parque.

George era considerado o último representante de sua espécie - por isso ganhou o apelido de "solitário" -, e sua morte, por causas naturais, ocorreu após três décadas de esforços para que se reproduzisse, o que o transformou em um símbolo da luta da preservação da fauna.

No entanto, uma investigação do PNG e da universidade americana de Yale, divulgada em novembro passado, revelou a existência de 17 parentes genéticos do quelônio, razão pela qual sua morte não representou o fim da espécie Chelonoidis abingdonii na ilha Pinta, acrescentou a reserva.

Segundo os cientistas, a descoberta foi o primeiro passo rumo à recuperação desta espécie, por meio de um programa de reprodução e criação em cativeiro. As tartarugas gigantes podem viver até 180 anos, pesar quase 400 quilos e medir 1,80 metro. Além disso, são famosas por terem inspirado a teoria da evolução por seleção natural, do naturalista britânico Charles Darwin.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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