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Trump diz que EUA precisam de apenas 'duas semanas' para atacar alvos restantes no Irã

O presidente dos Estados Unidos projeta encerramento das operações em duas semanas enquanto mediadores buscam acordo de paz

10 mai 2026 - 15h45
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Em uma entrevista detalhada, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um eventual ataque ao Irã poderia ser concluído de forma definitiva em um prazo de até duas semanas. Segundo o republicano, esse período seria suficiente para atingir cada um dos alvos restantes no território iraniano. Trump demonstrou uma postura de confiança absoluta ao declarar que a república islâmica já estaria em uma condição de fragilidade extrema no campo de batalha. Para o presidente, o país adversário já pode ser considerado como uma nação militarmente derrotada diante do poderio bélico mobilizado.

Donald Trump
Donald Trump
Foto: Tasos Katopodis/Getty Images / Perfil Brasil

Trump projeta fim de operações militares em apenas duas semanas

Durante a conversa com a jornalista Sharyl Attkisson, gravada na semana anterior e exibida agora, Trump foi enfático sobre o status do conflito. "Eles estão militarmente derrotados. Em suas próprias mentes, talvez não saibam disso. Mas acho que sabem", declarou o presidente. Ele explicou que o exército americano mantém a capacidade técnica para intervir por mais um curto período e neutralizar os pontos estratégicos que ainda resistem. Segundo os dados apresentados pelo mandatário, cerca de 70% dos alvos previstos já teriam sido atingidos pelas forças aliadas até o momento. O presidente minimizou a necessidade de novos ataques em larga escala, referindo-se a possíveis futuras incursões apenas como os retoques finais da campanha militar.

Críticas à OTAN e falta de apoio de aliados na campanha contra Teerã

A entrevista também serviu de palco para duras críticas à Organização do Tratado do Atlântico Norte. O presidente Trump não poupou as palavras ao classificar a aliança militar como um tigre de papel, sugerindo que a instituição carece de força prática em momentos de crise. Ele aproveitou a oportunidade para acusar diretamente os aliados tradicionais dos Estados Unidos de omissão durante a ofensiva contra Teerã. De acordo com o líder americano, houve uma ausência de suporte internacional quando a mobilização foi iniciada. "Eles não estavam lá para ajudar", lamentou o presidente, reforçando seu descontentamento com a postura diplomática e militar dos países parceiros na região.

Resposta iraniana foca em segurança marítima e fim das hostilidades

Enquanto a retórica de Washington permanece rígida, o Irã sinalizou movimentações diplomáticas através da mediação do Paquistão. A agência estatal iraniana confirmou que o governo de Teerã já enviou uma resposta oficial à proposta americana para encerrar a guerra no Oriente Médio. O conflito teve início no dia 28 de fevereiro e desde então tem desestabilizado a economia global. O foco principal do documento enviado pelos iranianos é garantir a segurança marítima no Golfo e no Estreito de Ormuz. As negociações agora giram em torno de um possível acordo temporário que permita a livre circulação de navios. Mesmo com esses avanços burocráticos, a presença de drones e novos episódios de violência mantêm a região sob vigilância constante.

Perfil Brasil
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