Após mais de quatro horas de tensão, o seqüestrador Sandro do Nascimento liberta,
às 18h47min, o quarto dos 11 passageiros mantidos como reféns no ônibus da Viação
Amigos Unidos. Em seguida desce do ônibus usando como escudo Geisa Firmo Gonçalves,
de 20 anos.
Enquanto três policiais permanecem na frente de Sandro, um quarto soldado
do Batalhão de Operações Especiais da PM aproxima-se por trás dele e faz disparos
à queima-roupa. O seqüestrador cai no chão agarrado à Geisa.
Sandro é levado com vida para o camburão da PM. O hospital Souza Aguiar afirma
que ele já chegou morto. O laudo do Instituto Médico Legal indica que o seqüestrador
foi morto por asfixia por policiais, depois de preso.
Geisa morreu no Hospital Miguel Couto após ser atingida por quatro disparos:
um no tórax, um no abdômen, um no queixo e outro na mão direita, segundo laudo realizado pelo Instituto Carlos Éboli. O diretor do Instituto, Carlos Henriques, afirmou que três tiros foram disparados pela arma do assaltante, de calibre 38.
Redação Terra