Na última década, com a concorrência dos shoppings centers e, também, das lojas de conveniência, a rua perdeu importância e chegou a uma situação de abandono, quando foi fechada, em 2007, com apenas seis das 42 lojas ainda em funcionamento. Durante os quatro anos de fechamento a prefeitura tentou transferir a reforma e a administração da Rua 24 Horas à iniciativa privada, mas nenhuma empresa demonstrou interesse na licitação aberta pelo governo municipal. Assim o município decidiu tocar ele mesmo a obra de recuperação, que havia se tornado um ponto perigoso da cidade, concentrando casos de roubos a pedestres e venda de drogas.