O dia começou tenso na Praça Tahrir, com o exército entrando em ação para reprimir a violência dos militantes pró-Mubarak. À tarde, os defensores comaçaram a atacar jornalistas que cobriam a revolta anti-governo para o mundo. Na esfera política, a oposição negou ter iniciaciado negociações com o governo do presidente. O premiê egípcio, por sua vez, repreendeu as manifestações, dizendo que as mesmas contribuem para a “destruição do Egito”.
Veja também:
Grupo pró-Mubarak cerca hotel de jornalistas estrangeiros
Premiê diz que violência contribui para "destruição do Egito"