Em 26 de fevereiro de 1993, um carro-bomba, colocado no estacionamento do World Trade Center, em Nova York, explodiu matando seis pessoas, ferindo centenas e causando grande prejuízos materiais. O FBI (polícia federal americana) prendeu, pouco após o atentado, quatro muçulmanos radicais, que acabaram sendo condenados em 1994.
Outros membros do mesmo grupo foram processados sob acusação de conspiração terrorista. O FBI foi capaz de agir rápido após o atentado, chegando aos responsáveis, devido ao informante Emad Salem, que teria recebido US$ 1 milhão para testemunhar sobre o caso. Salem, por orientação do FBI, gravou conversas com os suspeitos, o que facilitou a ação da Justiça.