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Mesmo com brasileiro mais otimista, popularidade de FHC mantém indíces anteriores
Os brasileiros estão mais otimistas em relação ao País. De acordo com a análise do presidente da CNT, isto se deveria principalmente a insegurança gerada no exterior depois dos ataques terroristas contra os EUA. Nem mesmo a disparada do dólar e a queda das bolsas - que deverão levar a um considerável aumento no custo dos produtos importados ou indexados pela moeda norte-americana - foi capaz de reduzir o índice de satisfação do cidadão que subiu quase 2 pontos percentuais - passando de 48% para 49,8%.
Estes números podem ter um bom reflexo para o presidente Fernando Henrique Cardoso. Pelo menos no que diz respeito as eleições de 2002. Na pesquisa de voto espontâneo para as próximas eleições presidenciais, FHC aparece como terceiro colocado, passando de 3,8% das intenções de voto no mês de agosto para 5,7% dos votos neste mês.
Mas mesmo ficando com uma parte do crédito por dirigir um país que não corre grandes riscos com relação a atentados terroristas, a avaliação positiva de Fernando Henrique Cardoso se manteve estável, tanto no indíce positico quanto negativo. Assim como em agosto 21,7% dos brasileiros definem a administração federal como ótima ou boa. Enquanto isto a avaliação negativa caiu de 40% em agosto para 39,4% em setembro.
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