2002: O ano que só termina à meia-noite de 31 de dezembro divide a população. A pesquisa da CNT-Sensu identifica três blocos: o dos entusiastas, 34,2%, que considerou 2001 melhor que o ano anterior, o dos moderados, 34,5%, que fecham o ano como mesmo saldo e o grupo dos catastrofistas, os 30,6% dos brasileiros que querem esquecer o atual período. A pedida é olhar 2002 e um otimismo que combina com as festas da temporada domina 70,3% das expectativas dos cidadão.
Só falta se empolgar com mais um enredo de sucessão. As eleições para governo federal e estadual não despertam interesse em 46,9% e 47,3% dos entrevistados, respectivamente.
Balanço do 2001 segundo o Índice de Satisfação do Cidadão (ISC) nos últimos seis meses:
Saúde: melhorou para 31% dos brasileiros. A opinião de que o setor piorou no país em 2001 perdeu fôlego. Passou de 42,5% em outubro para 40,3%.
Educação: está melhor para 42,2% dos ouvidos. Caiu a avaliação que o ensino está pior no ano.
Pobreza: a percepção de que piorou a situação sócio-econômica das famílias recuou um pouco. De 76,8% em outubro para 73% este mês.
Violência: a população avalia que o setor piorou. A falta de segurança elevou de 85,8% para 87,6% a percepção dos cidadãos.