Uma equipe de médicos espanhóis projetou um sistema mecânico que permite que os pulmões extraídos para um transplante continuem "respirando" durante o período entre sua extração e sua implantação no corpo do receptor. O sistema consegue minimizar a deterioração sofrida pelos pulmões durante o transporte desde o centro hospitalar de origem, onde se encontra o doador, até o hospital do receptor.
Os pulmões funcionam em temperatura corporal mediante um respirador e uma bomba que impulsiona um composto de preservação misturado com sangue, o que propicia que os órgãos possam ser transferidos "respirando", em uma situação praticamente idêntica à qual teriam se estivessem já implantados.