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Política

Até agora, nada vincula Lulinha a desvios de recursos do INSS, diz presidente do PT

Edinho Silva afirma que filho do presidente não tem relação com descontos indevidos de beneficiários; presidente da CPMI pediu que Lulinha fosse indiciado, mas o texto foi rejeitado

12 abr 2026 - 21h39
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O presidente nacional do PT, Edinho Silva, voltou a afirmar neste domingo, 12, que o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, não tem relação alguma com descontos indevidos de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

"Foi o presidente Lula que pediu para se apurar todas as denúncias no caso do INSS. Até agora, nada vincula Lulinha a desvios de recursos do INSS. Quebraram sigilo, investigaram e nada o vincula aos desvios de recursos, mas ele é o filho do presidente da República e acaba pagando o preço por isso", afirmou durante entrevista ao programa Canal Livre, da Band.

Relatório da CPMI pediu que Lulinha fosse indiciado, mas o texto foi rejeitado em votação.
Relatório da CPMI pediu que Lulinha fosse indiciado, mas o texto foi rejeitado em votação.
Foto: ALEX SILVA/ESTADÃO / Estadão

As investigações citadas envolvem suspeitas de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS, tema que tem sido alvo de apuração por órgãos de controle e pelo Congresso Nacional.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS foi criada para investigar o caso. A quebra de sigilo mencionada por Edinho refere-se a medidas autorizadas no âmbito das investigações, que permitem o acesso a dados bancários e fiscais para verificar o envolvimento de Lulinha nas fraudes.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), apresentou um relatório pedindo que Lulinha fosse indiciado, mas o texto foi rejeitado em votação pelos integrantes da comissão.

Estadão
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