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MDB fecha com Maia e aumenta chances de reeleição na Câmara

De acordo com Jucá, a conjuntura política, o "entendimento político" e o "amadurecimento" do processo levaram o MDB a fechar com Maia

29 jan 2019 - 17h02
(atualizado às 17h17)
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O MDB fechou um acordo para a reeleição do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), apoio que incluirá a formação de um bloco parlamentar, afirmou nesta terça-feira o presidente do partido, senador Romero Jucá (RR).

"Fizemos um acordo com o deputado Rodrigo Maia na noite de ontem. Portanto está caminhando para que o processo congressual comece estabilizado", disse Jucá a jornalistas antes de reunião da bancada do partido no Senado.

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ)
05/02/2018
REUTERS/Ueslei Marcelino
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) 05/02/2018 REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Reuters

De acordo com Jucá, a conjuntura política, o "entendimento político" e o "amadurecimento" do processo levaram o MDB a fechar com Maia, a despeito das conversas que travava, ao lado do PP e do PTB, com partidos da esquerda --PT e PSB, entre eles-- que tentavam criar um super bloco de oposição ao atual presidente da Câmara.

Também atribuiu a mudança de rumo ao "talento" e à "competência" de Maia, que teria conseguido se "recompor bem".

"Na composição partidária, o MDB está nessa composição com o Rodrigo Maia, inclusive discutindo bloco parlamentar", afirmou o presidente da sigla.

Jucá nega, no entanto, que irá trabalhar para que Fábio Ramalho (MDB-MG) retire sua candidatura.

"O Fabinho é um candidato que já se colocou, tem todo o direito de ser candidato. É uma figura expressiva do MDB", disse o senador. "Fabinho tem muito voto."

Antes do acordo fechado entre MDB e Maia, Ramalho disse à Reuters que para o atual presidente conseguir ser reeleito, precisaria liquidar a fatura já no primeiro turno. O mineiro, no entanto, garantiu que haverá segundo turno na disputa. Para se eleger no primeiro turno, o candidato tem de conseguir o voto de pelo menos 257 dos 513 deputados.

Direto ao Ponto: A semana na política continua centrada no novo governo:
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