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Museu de Arte do Rio enaltece ancestralidade em mostra sobre joalheria afro-brasileira

"Ònà Irin: caminho de ferro", da artista baiana Nádia Taquary, fica em cartaz até junho O post Museu de Arte do Rio enaltece ancestralidade em mostra sobre joalheria afro-brasileira apareceu primeiro em AlmaPreta.

4 jan 2024 - 18h45
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Imagem mostra elementos da mostra "Ònà Irin: caminho de ferro", em cartaz no Museu de Arte do Rio.
Imagem mostra elementos da mostra "Ònà Irin: caminho de ferro", em cartaz no Museu de Arte do Rio.
Foto: Alma Preta

Em sua primeira exposição individual no Museu de Arte do Rio (MAR), a artista baiana Nádia Taquary apresenta a força e a beleza da joalheria afro-brasileira e das questões da ancestralidade na mostra "Ònà Irin: caminho de ferro". A exibição fica em cartaz até junho e pode ser acessada de modo virtual. 

Com a curadoria da equipe do Museu de Arte do Rio e do artista Ayrson Heráclito, a exposição apresenta esculturas, objetos-esculturas, instalações e videoinstalações que exploram as joias de crioulas, tradições nagô e yorubá, e elementos de transformação.

Nádia Taquary é renomada por suas pesquisas sobre a cultura afro-brasileira e tem uma presença consolidada em exposições, tanto no cenário nacional quanto internacional. Sua obra "Ònà Irin: Caminho de ferro" faz parte da série Mulheres no MAR, que enfatiza e estimula o protagonismo feminino nas artes visuais.

O museu, por sua vez, é reconhecido por representar um espaço de fortalecimento do acesso à cultura, ao ensino e à pluralidade intimamente relacionado com o território ao qual está inserido. Diante desse contexto, a exposição reflete a missão do MAR de promover a arte contemporânea brasileira produzida por mulheres.

Em nota à imprensa, o curador-chefe do MAR, Marcelo Campos, explicou que a mostra traz um apanhado da carreira da artista, além de trazer peças inéditas.

"Quem nunca viu o trabalho da Nádia Taquary vai encontrar essa joalheria afro-brasileira com escala alterada, verá as personagens que estão ligadas às tradições nagô e yorubá e encontrará esculturas de mulheres aladas, mulheres pássaro. [...] Então, é uma exposição individual de uma artista com uma trajetória já consolidada e que também vai ter muita surpresa para o público com a manufatura das obras. São esculturas muito manufaturadas, com miçangas, búzios e pratarias. Com certeza é um lugar de muito encanto", comenta.

A exposição acontece de terça a domingo das 11h00 às 18h00. O valor do ingresso inteiro é R$ 20,00, enquanto a meia-entrada custa R$ 10,00. Para mais informações, consulte o site do MAR.

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Alma Preta
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