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Terça, 22 de abril de 2003, 18h31
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Helô e Ticiane Pinheiro na última capa da Playboy brasileira.
Foto: Divulgação
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» Fotos: Helô e Ticiane Pinheiro na PlayboyA revista Playboy comemora seus 50 anos neste ano. Seu fundador, Hugh M. Hefner, que completou 77 anos há cerca de 20 dias, está preocupado, agora, em como fazer com que a revista volte a crescer e mantenha a liderança absoluta no mercado norte-americano e mundial. Hefner, que comemorou seu aniversário com sete mulheres com quem costuma sair – todas na faixa dos 20 anos – teme que revistas como Maxim, Stuff e FHM, feitas para rapazes, mas que evitem a nudez, ganhem espaço na batalha pela identidade e a libido dos homens norte-americanos. Os 3,2 milhões de exemplares vendidos – um número baixo, se comparado aos 6,5 milhões da década de 70 – e, principalmente, a queda de 25% no número de páginas de propaganda, preocuparam o dono da grande marca, que hoje lucra mais com outros produtos Playboy do que com a revista em si. A divisão de entretenimento gerou US$ 121,6 milhões em receitas, enquanto as publicações trouxeram US$ 111,8 milhões para a empresa, segundo o jornal The New York Times. Para tentar melhorar as vendas e, principalmente, garantir o sucesso da revista junto ao público masculino, a companhia contratou James Kaminsky, 41, ex-editor executivo de Maxim, para modernizar a revista. A missão do novo editor, que afirma ter crescido lendo Playboy, é fazer com que a revista ofereça algo mais além do sexo. Que tenha histórias de pessoas, como Reader's Digest e Good Housekeeping, mas, além disso, tornar-se relevante para a nova geração de leitores.
Redação Terra
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