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Vôlei

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Gabi se posiciona sobre eleições: "Política não é minha praia, mas Brasil é"

9 out 2026 - 21h17
(atualizado às 21h17)
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Resumo
A capitã da seleção brasileira de vôlei, Gabi, declarou publicamente seu voto em Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições presidenciais. Em vídeo publicado nas redes sociais, a atleta afirmou que sua decisão não se baseia em polarização ideológica, mas na defesa da democracia, da inclusão, da diversidade e na igualdade de oportunidades. Gabi ressaltou o receio de retrocessos para o país e defendeu a liberdade de cobrar os governantes e lutar pela construção de um Brasil melhor.

A ponteira Gabi, capitã da seleção brasileira feminina de vôlei, manifestou publicamente seu posicionamento sobre as eleições presidenciais.

Foto: Jogada10

Em um vídeo publicado nesta sexta-feira (9/10) em suas redes sociais, Gabi falou sobre o orgulho de representar o Brasil, defendeu a democracia e a diversidade e declarou seu voto no aual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

"Eu não sou especialista em política. Política não é minha praia, mas Brasil é. E, para mim, não tem orgulho maior do que vestir essa camisa, representar o meu país e lutar por ele."

Na sequência, a capitã da seleção brasileira explicou quais valores considera fundamentais para o país. A jogadora destacou a importância da democracia, da inclusão e da igualdade de oportunidades.

"O Brasil que me representa é um país democrático, diverso, inclusivo, livre, laico, que cuida das pessoas, que cuida das minorias, que dá oportunidade para aqueles que não tiveram o mesmo ponto de partida."

Gabi declara voto e explica sua escolha

Depois de apresentar sua visão sobre o Brasil, Gabi revelou em quem pretende votar nas eleições presidenciais. A ponteira afirmou que sua decisão está relacionada à defesa de direitos e à preocupação com possíveis retrocessos.

"Então, eu vou confiar o meu voto no Lula. E não é 13 por causa de direita e de esquerda. É porque eu acredito que a gente não pode retroceder."

A camisa 10 da Seleção Brasileira também ressaltou a importância de preservar o direito de discordar, cobrar os governantes e participar da construção de um país melhor.

"E para que a gente continue tendo o direito de divergir, de cobrar os nossos governantes e, juntos, lutarmos e construirmos um país melhor"

Jogada10
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