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Vôlei

Brasil faz jogo "nota 10" e impressiona Zé Roberto em SP

8 ago 2014 - 17h13
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Jaqueline e Camisa Brait comemoram ponto conquistado
Jaqueline e Camisa Brait comemoram ponto conquistado
Foto: Bruno Santos / Terra

A resistência que a seleção sul-coreana de vôlei impôs o Brasil não durou mais do que dez minutos na quadra montada no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Na tarde desta sexta-feira, a equipe não soube fazer frente ao Brasil, que venceu por 3 sets a 0 na abertura da segunda semana do Grand Prix. O mérito é da eficiência das jogadoras: erraram pouco, quebraram o jogo adversário com o saque e impressionaram o técnico Zé Roberto, que ficou extremamente satisfeito com o desempenho.

“Foi melhor do que eu esperava. O saque funcionou, cometemos poucos erros, a defesa se movimentou bem, não caíram bolas bolas”, enumerou o técnico, que tem quatro vitórias em quatro jogos no Grand Prix. “Hoje (sexta-feira) a gente jogou bem: não deixamos elas pensarem, respirarem. Vi o time concentrado todo o tempo nos movimentos da Coreia, nas largadinhas. Elas são muito habilidosas, mas tivemos um bom saque e quebramos muito o passe delas”, analisou.

O sucesso do time na parte tática foi muito elogiado pelas jogadoras, depois de vídeos de análise e estudo na preleção do treinador. “Nosso time diminuiu as jogadas. Elas têm muitas mexidas. Só não fizeram por causa do nosso saque”, elogiou Camila Brait. “A gente teve facilidade, sim, mas houve mérito da nossa parte”, apontou Fê Garay, a maior pontuadora da Seleção Brasileira na partida no Ginásio do Ibirapuera, com 15 pontos.

“Elas colocaram dificuldade, mas a equipe conseguiu manter a tranquilidade e fazer todo o sistema técnico e tático mostrado pelo Zé Roberto. A equipe evoluiu”, elogiou Jaqueline. Thaísa citou os minutos iniciais de jogo, quando o Brasil esteve atrás no marcador e encontrou dificuldades. “A gente achava que ia ser bem mais complicado, mas soubemos manter a paciência e esperar o saque entrar, o bloqueio funcionar. É nesse momento que a experiência conta: de não se afobar”, disse.

A avaliação, portanto, é máxima, especialmente porque o Brasil agora enfrenta dois adversários duros no Grand Prix: pega a Rússia no sábado e os Estados Unidos no domingo, ambos às 10h no Ginásio do Ibirapuera. “Se eu tivesse que dar uma nota para o time hoje, eu daria 10”, apontou José Roberto Guimarães, satisfeito.

Fonte: Terra
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