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Três vezes seguidas: vitória, goleada sofrida e título nacional marcaram o Vasco contra o Coritiba há dez anos

Em 2011, os rivais deste sábado se enfrentaram nas finais da Copa do Brasil vencida pelo Cruz-Maltino e, entre tais jogos, a equipe paranaense venceu no início no Brasileirão

15 out 2021 07h33
| atualizado às 07h33
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Dez anos atrás, uma dessas coincidências do calendário do futebol brasileiro colocou o Vasco de frente para o Coritiba três vezes seguidas. Em oito dias, os oponentes deste sábado contaram histórias nobres. Bem mais virtuosas do que a atual briga pelo acesso à Série A do Campeonato Brasileiro.

Romulo estava no Vasco em 2011, e retornou ao clube nesta temporada (Foto: Gilvan de Souza/Lancepress)
Romulo estava no Vasco em 2011, e retornou ao clube nesta temporada (Foto: Gilvan de Souza/Lancepress)
Foto: Lance!

A terceira rodada da elite nacional calhou de ocorrer exatamente entre os dois jogos finais da Copa do Brasil daquele 2011. Era um tempo de rara felicidade vascaína nos últimos 20 anos. Uma conjunção de fatores e jogadores que deu certo e resultou naquela final. O primeiro jogo foi em São Januário.

Do outro lado, um Coritiba de também louváveis anos com Marcelo Oliveira no comando. Em campo, o destaque paranaense era mais coletivo. Os cariocas tinham Fernando Prass, Dedé, Felipe, Diego Souza, Alecsandro... jogadores consagrados ou em vias de. Na Colina, Alecgol marcou no 1 a 0 naquele dia 1ª de junho.

No dia 5, no Couto Pereira, nem o goleiro do Coritiba foi o titular: jogou Vanderlei, que hoje está do outro lado, e não Edson Bastos - Anderson Aquino, suspenso para o segundo jogo da final, foi titular e fez três gols; no Vasco, só Prass e Fagner eram os titulares em campo. No final, 5 a 1 no placar e torcida vascaína desconfiada.

Chegamos ao dia 8 de junho. Ao jogaço. Alecsandro abriu o placar, Bill empatou, Davi virou para o Coritiba, Éder Luís empatou novamente e Willian Farias pôs o time da casa de novo na frente. Mas ainda eram 20 minutos do segundo tempo. O Vasco com a vantagem dos gols marcados fora de casa. E foram mais de 25 minutos de pressão.

O resultado é sabido. A derrota por 3 a 2 deu o título da Copa do Brasil ao time comandado por Ricardo Gomes. A festa na cidade do Rio foi histórica. Aqueles jogadores são reverenciados até hoje.

Lance!
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