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MP-SP nega recursos de Dudu contra Leila Pereira no STJ e STF

Promotoria se manifestou contra análise dos recursos apresentados pela defesa do atacante nas cortes superiores

1 out 2026 - 14h35
(atualizado às 14h35)
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Resumo
O Ministério Público de São Paulo recomendou que STJ e STF rejeitem os recursos do atacante Dudu contra a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. O jogador tenta reverter decisões desfavoráveis da Justiça paulista em queixa-crime por injúria e difamação, motivada por declarações da dirigente sobre sua saída do clube. Para a Promotoria, a defesa não apresentou novos argumentos e as falas de Leila não configuram crimes contra a honra, pois não houve dolo. O caso aguarda decisão das cortes superiores.
Dudu deixou o Palmeiras após rusgas com Leila Pereira –
Dudu deixou o Palmeiras após rusgas com Leila Pereira –
Foto: Cesar Greco/Palmeiras / Jogada10

O Ministério Público de São Paulo se posicionou contra os recursos apresentados por Dudu na disputa judicial com Leila Pereira. Em dois pareceres emitidos na quarta-feira (30), a Promotoria defendeu que STJ e STF não analisem os pedidos feitos pela defesa do atacante.

Os recursos foram apresentados depois de decisões desfavoráveis ao jogador na Justiça paulista. Dudu tenta reverter o entendimento que rejeitou sua queixa-crime contra a presidente do Palmeiras por supostas ofensas durante entrevistas concedidas no início de 2025.

Dudu deixou o Palmeiras após rusgas com Leila Pereira –
Dudu deixou o Palmeiras após rusgas com Leila Pereira –
Foto: Cesar Greco/Palmeiras / Jogada10

"Dudu x Leila Pereira" chegou às cortes superiores

De acordo com o parecer relacionado ao STJ, o promotor Fábio Brambilla apontou que a defesa não apresentou novos argumentos capazes de modificar o entendimento adotado nas instâncias anteriores. O documento também sustenta a manutenção das decisões já tomadas pela Justiça estadual.

No processo destinado ao STF, Brambilla destacou o entendimento de que não houve dolo nas declarações atribuídas a Leila. Conforme o parecer, as falas analisadas não configurariam crimes contra a honra, motivo pelo qual o recurso extraordinário também não deveria prosperar.

A disputa começou após declarações de Leila em janeiro de 2025. A dirigente afirmou que Dudu havia causado um prejuízo milionário ao Palmeiras ao desistir da transferência para o Cruzeiro e disse que o jogador deixou o clube pela "porta dos fundos".

Dudu, por outro lado, apresentou queixa-crime por injúria e difamação em julho de 2025. A defesa alegou que as declarações tinham potencial para atingir a reputação do atleta.

A Justiça paulista rejeitou o pedido em setembro de 2025, e o recurso apresentado posteriormente também não alterou o resultado. O caso, agora, depende da análise dos recursos nas cortes superiores após os pareceres do Ministério Público.

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Jogada10
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