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Luís Fabiano e Kleber miram tarde menos indisciplinada e displicente

10 mar 2013 - 10h07
(atualizado às 15h15)
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<p>Luís Fabiano foi expulso após o empate com o Arsenal de Sarandí</p>
Luís Fabiano foi expulso após o empate com o Arsenal de Sarandí
Foto: Bruno Santos / Terra

Apito final do árbitro, termina a partida. De cabeça quente pelo resultado ruim, os jogadores saem rapidamente. Aborrecido, o centroavante é o mais lento, um dos últimos a deixar o gramado. Antes de descer a escadaria que leva ao vestiário, ouve a dúvida dos repórteres: o que aconteceu ali no fim? Luís Fabiano e Kleber passaram por isso na semana.

O são-paulino se defendeu. Expulso depois do empate por 1 a 1 com o Arsenal de Sarandí por reclamar com a arbitragem do empate de quinta, pela Copa Libertadores da América, o atacante disse que não havia falado nada que justificasse o cartão vermelho recebido. Revoltado por ficar fora do outro duelo com os argentinos, segundo ele injustamente, questionou: "alguém gravou (o que eu falei)?"

Um dia antes, na quarta, o atacante que se chateou foi o palmeirense. Muitas câmeras gravaram, de diferente ângulos, o que ele fez. Ou o que deixou de fazer. Aos 47min do segundo tempo, ao ficar de frente para o goleiro, em vez de chutar ou passar a bola ao companheiro melhor posicionado, tentou um segundo drible e acabou desarmado. Pouco depois, no último lance, o Tigre marcou e venceu por 1 a 0, também pela Copa Libertadores. "Fui displicente", reconheceu.

Neste domingo, eles se enfrentam no Morumbi. O clássico entre São Paulo e Palmeiras, válido pelo Campeonato Paulista, é o meio instantâneo de um dos times se recuperar do tropeço na Libertadores em caso de vitoria - da mesma forma, é possível se complicar mais em caso de derrota. Para os dois, o Choque-Rei é a chance particular de apagar uma semana de displicência e indisciplina.

Indisciplina é, talvez, o único senão de Luís Fabiano. Dono de comportamento explosivo, o camisa 9 costuma se envolver em confusões com adversários e árbitros. Em 2012, o castigo de não disputar a segunda final da Copa Sul-Americana, por tentar revidar agressão, o motivou a mudar. Traçou para este ano a meta - agora já no limite - de levar apenas um vermelho.

<p>Kleber decepcionou companheiros em derrota para o Tigre</p>
Kleber decepcionou companheiros em derrota para o Tigre
Foto: EFE

"Tenho como objetivo receber, no máximo, um cartão vermelho. De repente, posso levar por ter de matar alguma jogada, mas dificilmente vou tomar por reclamação", disse, na semana passada, o autor de sete gols nesta temporada.

Já Kleber, emprestado pelo Porto e desconhecido de parte da torcida, ainda precisa convencer. O atacante, que irritou o técnico Gilson Kleina e os colegas na Argentina, não balançou a rede nem uma vez sequer vestindo o uniforme verde. Em comparação, Leandro, reforço vindo do Grêmio, fez gol logo na estreia pelo clube de coração na infância.

Conforme dito em sua apresentação, Kleber precisa aparecer. "Quem não é visto, não é lembrado. Como não estava jogando (no Porto), não tinha chance alguma de ser convocado para a Seleção. Agora, com as coisas correndo bem, tenho oportunidade de aparecer novamente". O desafio por um fim de tarde mais disciplinado e menos displicente está lançado a ambos. Já dizia a velha máxima do clássico: ganha quem erra menos.

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