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Ring girls têm noite com pedido de casamento, agonia e distração no celular

10 out 2013 - 09h02
(atualizado às 09h02)
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O ritual é conhecido: a ring girl sobe no octógono, levanta a placa, dá quase uma volta completa diante do público e para por cerca de 20 segundos. Quando a luta recomeça, ela desce, manda beijos para a câmera e senta em seu lugar. Mas existe um longo período de tempo em que Camila Oliveira e Jhenny Andrade, as ring girls brasileiras do UFC, ficam fora das câmeras. Nestes momentos, suas ações alternam entre agonia, assédio, alegria e distração.

Nesta quarta-feira, no UFC de Barueri, o assédio às duas ring girls começou assim que elas pisaram no ginásio. Mesmo vestidas com um roupão, ambas chamaram atenção de quem já estava no local antes das lutas começarem. Simpáticas, elas acenaram para os fãs e até tiraram fotos com quem estava acomodado nas cadeiras mais próximas ao octógono.

Sentadas lado a lado, Camila e Jhenny conversam bastante, mas mostram ter comportamentos diferentes no início. A primeira, mais experiente, parecia mais fria diante das lutas e mais à vontade com o assédio do público. Já Jhenny, que fazia apenas seu terceiro evento pelo UFC, foi vista mais de uma vez com a mão no rosto e assustada com os golpes sofridos por brasileiros, como no nocaute sofrido por Iliarde Santos. Ela também demorou mais para se soltar diante do assédio da torcida e sempre parecia mais inquieta - tanto que ameaçou dançar sentada até quando tocou uma música de propaganda, no intervalo entre as lutas.

As brincadeiras dos fãs foram um show à parte no UFC Barueri. A própria Jhenny, por exemplo, foi pedida em casamento por um fã, que aproveitava os momentos de silêncio nas lutas para chamar atenção da ring girl. Ela identificou o rapaz que fazia isso, mas apenas sorriu e não respondeu se vai topar o noivado. Pouco tempo depois, Camila também foi surpreendida com um grito de "eu te amo", que quase lhe arrancou gargalhadas, mas provavelmente não a fez suspirar.

Mas nem sempre as ring girls estavam 100% atentas ao que acontecia no ginásio. As duas guardaram celulares nos bolsos dos seus roupões e, entre as lutas, aproveitavam para responder mensagens discretamente. Apesar disso, elas não se distraíram a ponto de perder o tempo de entrada no octógono. Repetiram corretamente o ritual diversas vezes: tiraram o roupão, arrumaram o cabelo e o pequeno short, pegaram a placa e apareceram para as câmeras. Só depois voltaram aos momentos de menos visibilidade, com agonia, assédio e também distração.

Fonte: Terra
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