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Apesar do "caldeirão" em Barueri, UFC foca na Arena do Palmeiras em SP

10 out 2013 - 07h55
(atualizado às 07h55)
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Quando esteve disposta a fazer lutas novamente em São Paulo, a organização do Ultimate Fighting Championship (UFC) se arriscou a realizar um evento em Barueri, nesta quarta-feira. A estrutura não foi a ideal, mas pelo menos um "caldeirão" foi criado pela barulhenta torcida paulista. Porém, só isso não bastou para agradar os dirigentes da maior organização de MMA do mundo. O foco deles está voltado para o Allianz Parque, a Arena multiuso que o Palmeiras vai inaugurar em 2014.

<p>Ginásio José Corrêa, em Barueri, recebeu um público animado</p>
Ginásio José Corrêa, em Barueri, recebeu um público animado
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Como o presidente Dana White não costuma vir para os eventos no Brasil, ficou a cargo de Marshall Zelaznik, diretor de desenvolvimento internacional, uma análise sobre as vindas do UFC a São Paulo. Nas duas oportunidades, no Ginásio do Ibirapuera e em Barueri, aconteceram falhas e problemas. Por isso nem foi cogitada a ideia de repetir eventos nesses locais.

"Fizemos no Ibirapuera e aqui, mas estamos esperando pacientemente pela Arena do Palmeiras. Inclusive ficamos de visitar o local amanhã (quinta-feira) e já sabemos que caberá de 14 a 15 mil pessoas", afirmou ele, adimitindo que tem negociado há mais de um ano a realização de "um grande evento" com a WTorre, empresa responsável pelas obras da Arena, que ficará pronta no primeiro semestre de 2014.

Depois de programar sete eventos no Brasil neste ano - o UFC de Goiânia ainda acontecerá em novembro - a organização já anunciou que pretende dobrar essa quantidade em 2014. Cerca de 13 dias de lutas acontecerão em diversas cidades do país. A primeira delas deve ser Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, que já provou ter estrutura para isso.

Público xinga humorista e aplaude gringos

Grande parte da torcida que esteve no UFC de Barueri pode nunca mais ver um evento desse porte. Mas todos aproveitaram bem a oportunidade e chamaram atenção durante o evento. O fato de o Ginásio José Corrêa ser pequeno ainda contribuiu para que fosse formado um "caldeirão" no local, já que todos estavam mais próximos e assim o barulho ficou ensurdecedor em alguns momentos.

Wanderlei Silva e Chael Sonnen quase brigam em encontro; veja:

As reações do público, de forma geral, foram curiosas e inesperadas. Quando perceberam, por exemplo, a presença do humorista Carioca nas cadeiras, eles gritaram "Carioca v..." em alto e bom som. Mas também chamou atenção a "gentileza" de parte dos presentes, que aplaudiram algumas vitórias de estrangeiros, como o nocaute Dong Hyun Kim, e ainda vaiaram o resultado polêmico na vitória de Fábio Maldonado - uma imparcialidade pouco vista entre fãs de qualquer esporte.

Destacou-se também a criatividade da torcida, que foi além do tradicional e já repetitivo grito de "uh! vai morrer". Quando Rousimar Toquinho finalizou Mike Pierce, por exemplo, a torcida imediatamente cantou "eô eô, o Toquinho é um terror". Houve ainda gritos de "jiu jitsu" em alguns combates e também pedidos de finalização com o irônico canto de "bota pra dormir".

Mas nem só de festa foi feita a presença do público. Alguns fãs tiveram que ficar em lugares com "pontos cegos", além de encarar o atraso que aconteceu antes do início do evento. A última e principal luta também desanimou bastante a torcida, pela falta de emoções na vitória de Jake Shields contra Demian Maia. Mas esses foram apenas detalhes perto da empolgação vista na maior parte do tempo.

Fonte: Terra
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