Renato tem reencontro especial pelo Vasco contra o Grêmio, mas projeta vitória
Cruz-Maltino soma oito pontos, três a menos que o próprio rival, e uma vitória afasta ainda mais o time do Z4
O técnico Renato Gaúcho mantém a invencibilidade à frente do Vasco após três rodadas, mas o calendário reserva agora um novo reencontro carregado de simbolismo para o comandante.
Após derrotar o Fluminense, o treinador projeta o duelo contra o Grêmio com a plena ciência de que precisa garantir os três pontos para consolidar a reação carioca.
Embora carregue o status de maior ídolo da história do clube gaúcho, tanto no gramado quanto no banco de reservas, Renato reforça que o profissionalismo guia suas ações no momento atual.
Nesse sentido, o técnico garante empenho total para superar o antigo clube e sustentar sua sequência positiva na Colina.
"Sempre importante somar pontos no Brasileiro, principalmente na situação que a gente vinha. Mais uma partida difícil, conheço bem o grupo do Grêmio. Me sinto lisonjeado por ser um dos grandes ídolos da história do clube. Fiz história como jogador e treinador. Estou do outro lado hoje. Sou um profissional, todo mundo sabe o carinho que tenho pelo Grêmio. Tenho certeza que o torcedor entende. Mas hoje sou profissional, estou no Vasco, sou pago pelo Vasco e no domingo vamos querer ganhar para subir na tabela", comentou.
Vasco busca subir na tabela
Essa postura firme reflete a preocupação direta com a tabela de classificação, já que o Vasco ainda ocupa uma posição desconfortável no torneio. Mesmo que Renato tenha conquistado sete dos oito pontos totais da equipe, o Cruzmaltino respira apenas três pontos acima da zona de rebaixamento.
Além da fuga do Z-4, uma vitória no próximo domingo possui contornos estratégicos, pois permite ao Vasco igualar a pontuação do próprio Grêmio, atual sétimo colocado com 11 pontos.
Diante desse cenário desafiador, o treinador prega cautela e eficiência para evitar sustos desnecessários durante os 90 minutos.
Ele reconhece o grau de dificuldade da sequência recente, mas enxerga uma evolução nítida no desempenho coletivo do elenco.
"Não queremos ficar sofrendo, queremos sempre sair na frente e não sofrer tanto. Nem sempre vamos conseguir virar os jogos. Foram três adversários, fizemos sete pontos. Agora tem o Grêmio. Os quatro jogos que estou à frente do Vasco são dificílimos. Mesmo assim estamos caminhando bem", concluiu o técnico.
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