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Richarlison rebate críticas sobre ilha em Angra e revela doações de R$ 3 milhões por ano

Richarlison voltou a falar sobre a disputa por uma mansão em Angra dos Reis, avaliada em cerca de R$ 10 milhões. O atacante afirmou que não quer o imóvel de volta, mas deseja recuperar o dinheiro investido. Durante o desabafo, também rebateu críticas e revelou que destina aproximadamente R$ 3 milhões por ano a doações no Brasil.

12 out 2026 - 19h20
(atualizado às 19h20)
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Resumo
O atacante Richarlison rebateu críticas sobre a disputa judicial por uma mansão em Angra dos Reis, afirmando que não quer reaver o imóvel, mas recuperar o dinheiro investido após revés no STJ. No desabafo, o atleta revelou doar cerca de R$ 3 milhões por ano a ações sociais no Brasil, incluindo o Hospital de Amor, e lamentou que sua filantropia receba menos atenção do que a controvérsia imobiliária, negando qualquer pretensão política em suas ações.
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Foto: Eddie Keogh/Getty Images / Esporte News Mundo

O atacante Richarlison voltou a se manifestar sobre a disputa envolvendo uma mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Em vídeos publicados nas redes sociais, o jogador rebateu críticas por cobrar uma solução para o caso, afirmou que não pretende recuperar o imóvel e declarou que deseja receber de volta o dinheiro que investiu na negociação.

Durante o desabafo, o atacante também revelou que destina aproximadamente R$ 3 milhões por ano a ações sociais no Brasil, incluindo ajuda a crianças que precisam de cirurgias e contribuições ao Hospital de Amor, referência no tratamento contra o câncer em Barretos, no interior de São Paulo.

Jogador diz que quer recuperar o dinheiro investido

Richarlison voltou a abordar o caso após receber críticas nas redes sociais por continuar cobrando uma solução para a disputa imobiliária. O jogador contestou questionamentos sobre sua reivindicação pelo fato de morar na Europa e ressaltou que o dinheiro investido na propriedade foi conquistado por meio de seu trabalho como atleta.

"Eu nem quero que ela venha de volta, não, mano. Só quero o que é meu", afirmou o atacante ao explicar que seu objetivo é recuperar os valores que diz ter investido na aquisição dos direitos sobre o imóvel.

A propriedade, avaliada em aproximadamente R$ 10 milhões, tornou-se alvo de uma disputa judicial envolvendo empresas ligadas ao jogador e ao advogado Willer Tomaz, conhecido por sua relação de amizade com o senador Flávio Bolsonaro.

O caso se arrasta desde 2020 e envolve questionamentos sobre os direitos de ocupação e a posse da mansão. Em 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve o entendimento favorável à empresa ligada a Tomaz, em decisão que dificultou a reversão do resultado na instância superior.

Richarlison cita doações e rebate críticas

Ao responder aos comentários sobre a disputa, Richarlison também decidiu destacar as iniciativas sociais que afirma financiar com recursos próprios. Segundo o jogador, são aproximadamente R$ 3 milhões destinados anualmente a doações no Brasil.

Entre as ações mencionadas estão o auxílio a crianças que necessitam de cirurgias e contribuições ao Hospital de Amor, instituição reconhecida pelo atendimento oncológico.

O atacante demonstrou incômodo com o que considera uma diferença de tratamento nas redes sociais: enquanto suas iniciativas beneficentes nem sempre recebem atenção, a cobrança relacionada ao imóvel provoca críticas e questionamentos.

Richarlison também afirmou que não pretende entrar na política e que suas ações sociais não estão relacionadas a interesses partidários. Segundo ele, as contribuições são feitas por iniciativa pessoal e pelo desejo de ajudar pessoas que precisam de assistência.

Entenda a disputa pela mansão em Angra dos Reis

A controvérsia começou em 2020, quando uma empresa ligada a Richarlison adquiriu direitos relacionados ao imóvel na Ilha Comprida. Posteriormente, uma empresa vinculada a Willer Tomaz reivindicou direitos de ocupação sobre a propriedade, dando início a uma disputa judicial.

O processo avançou na Justiça e terminou com uma decisão desfavorável à empresa ligada ao jogador no STJ, em 2025. O tribunal entendeu que a revisão pretendida exigiria uma nova análise de provas e de cláusulas contratuais, o que não cabia naquele recurso.

Com a nova manifestação pública, Richarlison voltou a defender sua versão dos fatos e a cobrar a recuperação do dinheiro investido. O jogador, entretanto, afirmou que não tem interesse em retomar a mansão, concentrando sua reivindicação na devolução dos valores.

Esporte News Mundo
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