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Atuações ENM: Keno e Árias são os grandes destaques em "noite dos atacantes" do Fluminense

O Fluminense derrotou o Boca Juniors por 2 a 1 e se tornou o campeão da Libertadores de 2023. Este, é o primeiro título da competição da história do clube. Na tarde deste sábado, o fantasma de 15 anos atrás foi exorcizado no Maracanã. Neste mesmo estádio, o tricolor carioca havia perdido a final do […]

4 nov 2023 - 21h25
(atualizado às 21h25)
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Foto: Esporte News Mundo

O Fluminense derrotou o Boca Juniors por 2 a 1 e se tornou o campeão da Libertadores de 2023. Este, é o primeiro título da competição da história do clube. Na tarde deste sábado, o fantasma de 15 anos atrás foi exorcizado no Maracanã. Neste mesmo estádio, o tricolor carioca havia perdido a final do torneio para a LDU.

O confronto entre as duas equipes foi de "tirar o folêgo". No primeiro tempo, o Fluminense saiu na frente do placar. Cano, aos 35 minutos, marcou o seu 13 gol na Libertadores. Na etapa final, Advíncula deixou tudo igual. Com o empate no tempo normal, a final foi para a prorrogação. Foi aí que a estrela de John Kennedy brilhou. O camisa 9 anotou um golaço e acabou sendo expulso, após tomar o segundo amarelo por comemorar com a torcida. O Boca até ensaiou uma pressão, mas não foi o suficiente para furar o bloqueio tricolor. Com o apito final de Wilmar Roldán, o título foi para as Laranjeiras.

Apesar do brilho e poder de decisão dos atacanter tricolores, Cano e John Kennedy, os grandes destaques da partida foram Keno e Árias. A dupla de pontas, foi a principal arma da equipe de Fernando Diniz. O primeiro gol saiu da jogada entre os dois, que em muitos momentos se aproximavam em um dos lados do campo. A dedicação dos camisa 11 e 21 na parte defensiva também fez a diferença no suporte aos laterais do time, Samuel Xavier e Marcelo, que possuem uma deficiência neste quesito.

DESTAQUES

Keno: Muito participativo e incisivo durante todo o jogo, foi o melhor da partida. Além de todo o suporte que deu na parte defensiva para Marcelo, o camisa 11 fez muita fumaça pela esquerda. Entretanto, o primeiro gol saiu de seua jogada pela direita. Keno fez bela jogada com Árias e deu um passe perfeito para Cano marcar. Na prorrogação, ainda foi decisivo na escorada para o golaço de John Kennedy. Duas assistências decisivas para o grande destaque da final.

Árias: O colombiano teve uma atuação grandiosa, que se destacou muito mais por um trabalho "invisível". Árias pode não ter feito deixado o dele ou dado assistência, mas foi um verdadeiro guerreiro em campo. Muito dedicado taticamente e ajudando os companheiros, o camisa 21 não parou até o apito final. Além de uma participação importante no primeiro gol, só não deu passe para outro porque Guga não conseguiu colocar a bola no fundo das redes.

Cano: Não foi a partida mais brilhante de Cano, mas quem precisa de brilho quando se tem este poder de decisão. Na única grande chance que teve, o argentino deixou o dele, pela 13 vez neste Libertadores. Apesar de não muito participativo na construção de jogadas, o artilheiro se dedicou muito na recomposição defensiva. Nos acréscimos do segundo tempo da prorrogação, lá estava ele se jogando em cada bola. Impressionante para um jogador de sua idade.

John Kennedy: O cria de xérem foi o grande protagonista da final. Entrou no final do segundo tempo, após o Fluminense sofrer o empate. Com menos de 30 minutos em campo, o camisa 9 fez o golaço do título e foi expulso, após tomar o segundo amarelo na comemoração. Decisivo, John Kennedy tem a história mais interessante desta Libertadores. No primeiro semestre, estava sendo rebaixado do Paulista e agora termina como o herói da glória eterna do clube.

André: Não é nenhuma novidade, mas o volante teve mais uma atuação impecável. Muito importante defensiva e ofensivamente, o camisa 7 é o pilar do time de Fernando Diniz. A maturidade do jovem de apenas 22 anos impressiona. Sabe todos os atalhos do jogo e utiliza com muita sabedoria, seja marcando ou com a bola no pé. Hoje, a sensação é de que o futebol sul-americano não está mais a seu alcance.

Nino: O Capitão do Fluminense manteve seu padrão e teve uma atuação muito segura. Além de toda a qualidade para contribuir com a saída de bola, o zagueiro foi essencial na parte defensiva em todos os quesitos. Um desempenho na parte tática, mental, física e técnica. A final do Nino consagra um grande ano que culminou em títulos e convocações para a seleção. Atualmente, é um dos melhores da posição no futebol brasileiro.

NOTAS DA PARTIDA

Fábio- 6,0

Samuel Xavier- 6,0

Nino- 7,0

Felipe Melo- 6,5

Marcelo- 6,0

André- 7,5

Martinelli- 6,5

Ganso- 6,5

Árias- 8,0

Keno- 8,5

Cano- 8,0

John Kennedy- 7,5

Lima- 6,5

Diogo Barbosa- 6,0

Marlon- 5,5

Guga- 5,5

David Braz- Sem nota

Esporte News Mundo
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