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Técnico do Equador descarta pedir demissão e mira Eliminatórias

24 jun 2019 23h13
| atualizado às 23h13
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O técnico da seleção equatoriana, o colombiano Hernán Darío Gómez, elogiou a entrega de seus jogadores no empate por 1 a 1 com o Japão, resultado que eliminou ambos os times da Copa América, na noite desta segunda-feira, no Mineirão.

"Não acho que o Japão tenha sido superior a nós, vi emoções de ambos os lados. Os rapazes correram, se entregaram e não há nada para culpá-los", disse o comandante, contratado em agosto de 2018 para iniciar o processo de reformulação no Equador.

"Não tenho o costume de revelar as dificuldades. A equipe mostrou algumas coisas. O Equador está buscando uma equipe, uma reestruturação. Infelizmente, não podemos jogar a quarta partida. Nesses dois jogos (Chile e Japão) não decepcionou", avaliou.

Com as derrotas para Uruguai (4×0) e Chile (2×1), somadas ao empate com o Japão (1×1), o Equador encerrou sua participação na Copa América no último lugar do Grupo C, com um ponto ganho. Questionado sobre seu futuro na seleção, Gómez descartou pedir demissão e projetou as Eliminatórias para o Mundial do Catar, em 2022.

"Se me mandarem embora, eu tenho que ir. Não passa pela minha cabeça (pedir demissão). Há um ano havia seleção? Não havia, depois das Eliminatórias também não havia seleção. Nenhum dos dirigentes me contratou e me disse que dependia do que seria feito na Copa América. Se fosse assim, não aceitaria. Eu não sou desses que entregam o cargo", avisou.

"Estou grato com os meninos, porque são trabalhadores, se entregaram. Se as coisas não funcionaram aqui, elas vão funcionar nas Eliminatórias, seja comigo ou com outro (técnico)", concluiu Hernán Darío Gómez.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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