Dirigente do Cruzeiro elogia CBF por limitação de estrangeiros
Número de estrangeiros por partida de campeonatos nacionais cairá gradualmente até 2030, quando chegará a cinco
O executivo do Cruzeiro, Bruno Spindel, elogiou a decisão da CBF de reduzir gradualmente o limite de estrangeiros por partida no futebol brasileiro, destacando o incentivo às categorias de base e a adaptação financeira dos clubes. A nova regra diminuirá as vagas anualmente, caindo do teto atual de nove atletas para cinco até 2030 (oito em 2027, sete em 2028 e seis em 2029). A medida impactará diretamente o planejamento de equipes como o próprio time mineiro, que conta com oito estrangeiros no elenco.
A limitação de jogadores estrangeiros no futebol brasileiro aprovada em reunião na CBF vem repercutindo nos clubes. Executivo de futebol do Cruzeiro, Bruno Spindel elogiou a medida que será gradualmente adotada no país.
"Primeiro parabenizar a CBF pelo trabalho de vanguarda e excelência na modernização do futebol brasileiro. Foi muito produtivo para incentivar mais as divisões de base e os atletas jovens brasileiros nas listas de inscrições e quantidade de estrangeiros. Também um processo organizado ao longo do tempo para os clubes não terem um impacto financeiro e esportivo enquanto se organizam para as novas regras", declarou.
Com a nova regra, o número de estrangeiros permitidos por cada clube em uma partida cairá gradualmente a cada ano. Assim, sairá de nove em 2026 para cinco em 2030.
O número máximo de estrangeiros por jogo será reduzido em uma vaga por temporada. Dessa maneira, o limite passa a ser de oito em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e, finalmente, cinco em 2030.
A regra atual permite que os times relacionem até nove estrangeiros em cada partida dos torneios nacionais. Aliás, 0 limite havia subido de três para cinco em 2014, depois passou a sete em 2023 e chegou a nove no ano seguinte.
Atualmente, o Cruzeiro possui oito estrangeiros em seu elenco: Matías Vinã (Uruguai), Gabriel Rojas (Argentina), Lucas Villalba (Argentina), Lucas Romero (Argentina), Lucho Rodríguez (Uruguai), Sinisterra (Colômbia), Neiser Villarreal (Colômbia) e Keny Arroyo (Equador).
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