Maldini e Leonardo deixam cargos na seleção italiana após 16 dias de trabalho e veto a Pirlo
Ex-meia, vencedor da Copa do Mundo em 2006, era o favorito para assumir a equipe e escolha da dupla, mas presidente cancelou acordo por patrocínio polêmico
O clima na seleção italiana em busca por um treinador para levar a tetracampeã de volta a uma Copa do Mundo segue conturbado. De acordo com a Sky Sports e o jornalista Fabrizio Romano, o diretor da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Paolo Maldini, e o consultor, o brasileiro Leonardo, deixaram seus cargos nesta segunda-feira, 27, com apenas 16 dias de trabalho.
O motivo para a renúncia teria sido o veto do presidente da entidade, Giovanni Malagò, à contratação de Andrea Pirlo para ser o novo comandante. Com isso, a Itália parte agora para uma espécie de 'plano D', já que não conseguiu Carlo Ancelotti, Josep Guardiola e, agora, o ex-jogador campeão mundial em 2006.
O ponto principal, porém, não teria sido técnico, mas por ele ter em vigência contrato publicitária com a casa de apostas russa Fonbet, como ele mesmo deu a entender. "Lamento que uma decisão baseada em critérios esportivos tenha se transformado em uma controvérsia pública na qual foram me atribuídas intenções e ideias que não refletem minha personalidade", escreveu em seu Instagram.
O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Giovanni Malagò, anunciou que o novo treinador seria conhecido "em breve", enquanto Roberto Mancini ganha força para retornar à equipe pela qual foi campeão da Eurocopa de 2020. Sem Maldini e Leonardo, porém, fica a dúvida do quão rápido será esse movimento.
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