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Torcedores ilustres se dividem entre 1985 e 1991

12 out 2009 - 15h19
(atualizado às 15h20)
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Unanimidade entre os torcedores ilustres do Coritiba em uma breve análise sobre o clube é privilégio apenas para Marcelinho Paraíba. O atacante é o único citado pelos quatro aficionados que falam sobre paixão, lembranças e ídolos. O time alviverde completa nesta segunda-feira 100 anos de existência.

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Nem mesmo o jogo com o Bangu, que deu o título de campeão brasileiro em 1985, é citado como a partida inesquecível de maneira unânime. A goleada sobre o Paraná, em 1991, por 4 a 0, em jogo que o Coritiba precisava vencer por dois gols de diferença, é a melhor recordação para Maurício Shogun, lutador de MMA, campeão do extinto Pride; e para o deputado estadual Stephanes Junior.

"Contra o Paraná, ganhamos por 4 a 0, teve gol olímpico do Pachequinho nesse jogo. Faz bastante tempo já, mas não esqueço do que eu vi", disse Shogun, que estava no estádio.

Stephanes faz uma breve alusão ao jogo de 1985, mas a vitória sobre o rival tricolor também é o jogo escolhido pelo parlamentar.

"Jogo inesquecível é contra o Paraná. Foi 4 a 0, gol olímpico do Pachequinho. Vi a viola em caco, no começo, e depois conseguimos vencer, tirar a diferença. Mas não tem como não falar do título de 1985. Fui comemorar na rua, tinha 20 anos", afirmou Stephaes.

A atriz Guta Stresser, que interpreta a Bebel no seriado a Grande Família, da Rede Globo, e o deputado federal Gustavo Fruet têm lembranças mais longínquas e colocam o jogo do título de 1985 como a partida inesquecível, pela importância da conquista.

"O grande jogo da história para o Coxa foi, sem dúvida, a conquista do Campeonato Brasileiro contra o Bangu no Maracanã", disse a atriz.

O parlamentar é mais detalhista em suas lembranças, até mesmo por ter sido um dos poucos torcedores alviverdes presentes no Maracanã, naquele 31 de julho de 1985.

"Eu estava no Maracanã e, no final, invadi o campo, junto com muitos outros torcedores", afirmou ele, emocionado.

Eleger os ídolos não é uma tarefa fácil e também não há consenso. Cada um dos torcedores escolhidos tem um ídolo e de diferentes épocas.

"O maior ídolo é Jairo. Quando criança eu jogava no gol e entrei no campo ao lado dele, como mascote, várias vezes na década de 70, período de muitos títulos", disse Gustavo Fruet, que ainda guarda as fotos de suas entradas no Couto Pereira com o seu maio ídolo.

Guta tem o mesmo ídolo que o pai, o zagueiro Fedato. "Ele é cria da casa, foi um craque". Alex e Pachequinho são outros dois ídolos relembrados. O meia, hoje no Fenerbahce, é referência para Stephanes Junior, que também tem no tio, Osvaldo, zagueiro central, outra figura lendária. "São vários nomes, mas meu tio não poderia ficar de fora".

Título de 1985 é um dos momentos mais marcantes da história do clube
Título de 1985 é um dos momentos mais marcantes da história do clube
Foto: Helênicos / Divulgação
Fonte: Especial para Terra
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