Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Logo do Seleção Brasileira

Seleção Brasileira

Favoritar Time
Publicidade

O que os amistosos contra Austrália e Índia mostram a Carlo Ancelotti na seleção brasileira

Time faz exibições fracas, apesar de evolução na vitória sobre australianos, e tira lições para próximos compromissos

3 out 2026 - 13h50
(atualizado às 14h30)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Após amistosos contra Austrália e Índia, a seleção de Carlo Ancelotti indica o fim do esquema com quatro atacantes, priorizando um meio-campo reforçado. A defesa, porém, segue como ponto de atenção após falhas recentes. Enquanto Vini Jr. teve atuações abaixo do esperado, novos nomes ganharam força e aproveitaram as oportunidades para se destacar, como Samuel Lino, autor de dois gols na goleada sobre os indianos, além de Estêvão e Endrick, que saem em alta na disputa por espaço na equipe.

O jogo contra a Índia de pouco valia para medir a evolução da seleção brasileira após duas partidas contra a Austrália. A goleada por 4 a 0 sobre a 137ª colocada no ranking da Fifa encerrou a agenda do Brasil nesta Data Fifa, que pareceu pôr fim ao esquema de quatro atacantes usado por Carlo Ancelotti na Copa do Mundo e no primeiro dos três jogos.

Meio-campo reforçado parece o melhor caminho

Ancelotti havia dito que o jogo contra a Índia não era "um teste", mas "uma oportunidade". O técnico mandou a campo a mesma formação da segunda partida contra a Austrália, com o meio de campo mais ocupado, tirando um jogador da frente.

Na vitória em Brisbane, o trio foi Bruno Guimarães, Danilo e Gabriel Bontempo. Em Calcutá, o camisa 8 deu lugar a Andrey Santos. Funcionou novamente, sem grande exigência para marcar o adversário.

Defesa ainda é ponto de atenção

Embora não tenha sofrido gols no terceiro jogo, o Brasil correu riscos no segundo tempo. Pedro Morisco precisou fazer duas defesas a partir de espaços deixados pelos zagueiros brasileiros. No lance mais perigoso, o goleiro chegou a ser batido por Ryan Williams, mas Mauro Júnior cortou quase em cima da linha.

O time sofreu três gols nos jogos contra a Austrália e vinha sendo vazado há quatro partidas consecutivas até encarar a Índia. Foi mais raro que os indianos encontrassem espaços, mas mais por falta de qualidade do que melhora brasileira.

Vini Jr. abaixo; Samuel Lino, Estêvão e Endrick à disposição

Vini Jr. ficou abaixo do esperado. Após ser o artilheiro da seleção na Copa, com quatro gols, o camisa 7 chegou a esta Data Fifa com oito, líder na artilharia com Ancelotti.

O jogador do Real Madrid fez um bom segundo tempo na vitória contra a Austrália, mas marcou apenas de pênalti. No empate e até na primeira etapa, ficou apagado. Contra a Índia, cometeu erros individuais com a bola.

Por outro lado, há quem saia por cima nesta Data Fifa. Samuel Lino jogou um tempo inteiro pela primeira vez contra a Índia e, com dois gols, mostrou talento individual.

Estêvão voltou a marcar. O garoto de 19 anos era o artilheiro da Era Ancelotti com cinco gols, mas sofreu uma lesão muscular de grau 4 e ficou fora da lista da Copa do Mundo. Com seis, ele está atrás de Vini Jr.

Foto:

Endrick, que teve assistência para o gol de Bruno Guimarães contra a Austrália, jogou por menos tempo, mas quebrou um marasmo do Brasil diante da Índia na parte final do jogo. Era ele que tentava algo diferente quando a troca de passes esbarrava na retranca indiana.

Há novatos que também saem com saldo positivo, como Arthur Dias e Mauro Júnior. Vanderson, assim como Estêvão fora da Copa por lesão, ficou no banco no empate e foi bem nas duas vitórias brasileiras.

Estadão
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra