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Galvão Bueno se emociona em vitória de Leclerc e revela desejo de voltar a narrar F1: 'Deu vontade'

Última etapa com a transmissão sob o comando do locutor foi em 2019, em Abu Dhabi

27 mai 2024 - 10h36
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Charles Leclerc fez história ao vencer o GP de Mônaco da Fórmula 1 no domingo. O piloto se tornou o primeiro monegasco a ser vencedor em casa em 74 anos e estreou no pódio do circuito na carreira. Para completar, a etapa das ruas do Principado foi marcada por homenagens a Ayrton Senna, promovidas pela McLaren.

Tudo isso despertou em Galvão Bueno o sentimento de voltar a narrar a modalidade. "Fui à minha primeira corrida de Mônaco em 1975. Ví e narrei as fantásticas vitórias de Senna, o Rei de Mônaco. Morei lá oito anos!! Pra mim, tudo isso já era história, passado, lindo e emocionante, mas confesso: hoje me deu vontade de voltar!!", disse ele em publicação no Instagram.

Galvão Bueno tem 73 anos e começou a narrar Fórmula 1 em 1982. A estreia foi no GP da África do Sul em Kyalami, que terminou com a vitória de Alain Prost. A última transmissão de um circuito comandada pelo locutor foi o GP de Abu Dhabi de 2019, conquistado por Lewis Hamilton.

Na etapa de Mônaco, Leclerc largou na pole position e comandou a corrida do início ao fim. O piloto da Ferrari recebeu o troféu das mãos do príncipe Albert II, que se emocionou com a vitória do conterrâneo. O segundo lugar ficou com australiano Oscar Piastri, da McLaren.

Piastri usou capacete e macacão feitos em homenagem a Senna e dirigiu o MCL38 nas cores verde e amarelo em tributo ao brasileiro recordista de vitórias no circuito com seis triunfos. O espanhol Carlos Sainz, da Ferrari, ficou na terceira colocação e completou o pódio.

"A vitória de Leclerc!! O príncipe com lágrimas nos olhos e jogando champanhe nunca tinha acontecido!! A alegria das pessoas nas janelas e varandas!! A McLaren Senna verde e amarela!! O choro da fiscal de pista!! A vitória de um monegasco!! A vitória da Ferrari!! O Piastri no pódio de verde e amarelo!! Certamente, tudo isso mexeu com muita gente!!", enfatizou Galvão.

Estadão
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