Mari Becker evita comparação entre Band e Globo, exalta 'filhotes' brasileiros na F1 e projeta GP de SP: 'Expectativa é caos, como sempre'
Em entrevista ao Terra, a jornalista fez uma avaliação sobre o trabalho na temporada de 2026, em que retornou à emissora carioca
Se há uma pessoa capaz de sentir-se em casa no Autódromo de Interlagos — até mais do que os próprios pilotos da Fórmula 1 —, esse alguém é a jornalista Mariana Becker. Entre um cafézinho com a equipe da Ferrari, espiadas nos telões da Mercedes e entradas ao vivo pela TV Globo, emissora para onde voltou após cinco temporadas no Grupo Bandeirantes, a comentarista falou sobre a emoção de retornar ao Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1, especialmente com dois brasileiro no grid da categoria.
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Ao Terra, Mari Becker afirmou que a ansiedade em 'retornar para casa' faz com que ela tenha a percepção de que o GP de SP não seja o 'fim' de uma temporada, mas sim seu início: "Eu não consigo pensar que está no fim (do ano), eu espero esse momento o ano todo, então, para mim, está só no início".
"Mas nós estamos no fim da temporada e, assim, foi muito bacana. Foi um ano de aprendizado para mim, numa posição nova mas ao mesmo tempo sempre próximo, minha raiz é essa aqui, conversar com as pessoas, tomar um café na Ferrari, descobrindo as coisas, então está sendo muito legal, é um ano com um saldo bem positivo", acrescentou.
A jornalista também evitou comparar o trabalho feito pelas duas emissoras, e ponderou as diferenças entre elas: "Acho que não é correto a gente comparar essas coisas, porque são duas empresas completamente diferentes, com pessoas completamente diferentes fazendo esse trabalho".
"Tive momentos muito felizes na Bandeirantes, só tenho a agradecer por tudo que vivi ali com eles, e estou muito feliz onde estou agora, é uma questão de ser honesta", afirmou.
E como alguém que é praticamente uma mãe para os pilotos brasileiros, especialmente aos novatos, Mari Becker não escondeu o orgulho que sente com a estreia de Rafael Câmara pela Haas, e pela presença de dois brasileiros no grid da Fórmula 1, ao lado de Gabriel Bortoleto, da Audi Revolut.
"Estou super feliz e super orgulhosa. Eu cobria quando a gente tinha brasileiro, eu também cobri anos sem. E a gente fica meio órfão, né? Fica contando a história dos outros, e a agora a gente pode contar de novo a nossa história", celebrou.
Por fim, sem se arriscar em um palpite para a corrida do próximo domingo, 8, a jornalista revelou uma expectativa inusitada para o Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1: "A expectativa é caos, como sempre. É a imprevisibilidade, grandes emoções e nervosismo, pelo menos da minha parte. Eu sempre fico nervosa, então acho que vai ser super legal".


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