F1: Russell revela dificuldade com pneus e mira recuperação no GP da Espanha
Piloto da Mercedes explica dificuldades no Q3 e prevê desgaste dos pneus como fator decisivo para a corrida.
George Russell terminou a classificação com a sensação de que poderia ter alcançado um resultado melhor. O piloto da Mercedes revelou que conseguiu encontrar um bom ritmo nas primeiras fases da sessão, mas teve dificuldades no Q3 ao tentar levar o carro ao limite. Segundo Russell, os pneus não responderam como esperado quando aumentou o ritmo.
“Não acho que sim. Na minha volta seguinte em Q1 fomos os mais rápidos, então, sabe, eu estava me sentindo bem no início da sessão. Só que chegou a Q3, quando tentei forçar um pouco mais, os pneus simplesmente não aguentaram, e isso me custou bons décimos.”
O britânico também ressaltou que o Madring exige uma abordagem diferente, já que ultrapassar o limite pode comprometer rapidamente a volta.
“Foi um pouco frustrante. É uma pista realmente difícil. Você quase precisa dirigir um pouco abaixo do limite, depois extrair esse último pouquinho, e isso me custou hoje.”
Pensando na corrida de domingo, Russell acredita que o comportamento dos pneus será o principal fator para definir o andamento da prova. Com poucas oportunidades de ultrapassagem no novo circuito, o desgaste dos compostos pode determinar se a corrida será mais previsível ou marcada por estratégias e disputas intensas.
“Acho que o desgaste dos pneus vai definir isso de um jeito ou de outro. Ou vai ser sem desgaste e será uma procissão, ou vai ser com desgaste bem alto e será bem caótico. Então isso com certeza vai ser o grande momento.”
Para Russell e a Mercedes, o desafio agora será encontrar uma estratégia capaz de aproveitar o ritmo demonstrado durante o fim de semana e lidar com as características ainda desconhecidas do novo circuito de Madri.
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